quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Maca de resgate despencando do prédio





7 Dicas de Resgate em Alturas



1. Garantir sua própria segurança De nada serve socorrer a vítima, se o sucesso da operação custar a vida do socorrista. É necessário garantir, na medida do possível, a segurança da equipe de resgate e demais envolvidos na situação, além da segurança do próprio acidentado.



2. Avaliar o binômio Risco/Benefício Analisar friamente cada caso e procurar soluções simples e seguras, através de opções alternativas, sem improvisações. 3. Não agravar lesões Em muitos casos, é mais importante a qualidade do atendimento e a correta manipulação do acidentado (imobilização, contenção de hemorragia, prevenção de choque…) do que a rapidez no resgate em alturas. Primeiro afastando-o do perigo sem submetê-lo a novos danos, para que adiante seja realizada a estabilização da vítima e para que seja possível a aplicação dos primeiros socorros.



3. Não agravar lesões Em muitos casos, é mais importante a qualidade do atendimento e a correta manipulação do acidentado (imobilização, contenção de hemorragia, prevenção de choque…) do que a rapidez no resgate em alturas. Primeiro afastando-o do perigo sem submetê-lo a novos danos, para que adiante seja realizada a estabilização da vítima e para que seja possível a aplicação dos primeiros socorros.



4. Redundância da Segurança Em uma operação de resgate não podemos nos permitir ao luxo de agravar ao acidente, e como deve ser em qualquer uma  destas operações, há de se duplicar os sistemas de segurança, e se for o caso, em algumas situações críticas, triplicá-los. Toda e qualquer operação de risco, exige redundância da segurança. Não há como admitir falha, por exemplo, numa usina de energia nuclear, visto que se algum sistema falhar, outro deve assumir imediatamente, garantindo a integridade do sistema. 5. Revisar os Sistemas Em operações de resgate, a segurança é primordial (novamente percebe-se a redundância) e antes que qualquer operação seja iniciada, todo sistema deve ser revisado. Se as montagens são simples e estão ordenadas, não haverá perda de tempo, em que alguns casos pode ser fatal.



5. Revisar os Sistemas Em operações de resgate, a segurança é primordial (novamente percebe-se a redundância) e antes que qualquer operação seja iniciada, todo sistema deve ser revisado. Se as montagens são simples e estão ordenadas, não haverá perda de tempo, em que alguns casos pode ser fatal.



6. Economia de Esforço e Tempo Sempre que possível, devemos nos ater ao princípio da simplicidade. Sempre é mais fácil, além de simplificar os sistemas de resgate, descer as vítimas do que iça-las.



7. Instalar um Sistema de Comando em Operações Em toda e qualquer situação de emergência, o Sistema de Comando de Operações (SCO) deve ser instalado. A assunção do comando e conseqüente desencadeamento da operação segundo um Plano de Ação é algo natural, que deve ser uma doutrina de qualquer operação de emergência, incluindo as de resgate em alturas. O conhecimento e o domínio das técnicas de resgate em altura não nos obrigam a usar todas elas. Há ocasião em que com uma solução simples evitamos uma manobra complicada.





Fonte: INBEP http://blog.inbep.com.br/7-dicas-de-resgate-em-alturas/ .

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Zanel mantém o protagonismo de Bocaina fabricando EPIs de Raspa e Vaqueta

A Zanel é uma das fábricas de EPIs que mais contribui com a economia de Bocaina Na década de 80 Bocaina deixou a tradição puramente ru...