sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Aprenda brincadeira saudável, quebrando cilindro de gás





Gases utilizados na indústria

Podemos identificar a presença de gases através dos seguintes exemplos:

Quando enchemos o pneu de um carro – há uma compressã de ar;

Quando estouramos um balão – há uma expansão de ar.

Qual seria a composição do ar, quando está no estado gasoso?

Observe o seguinte exemplo: se pegarmos 100 litros de ar, teremos a seguinte divisão: 78% de nitrogênio, 21% de oxigênio e 1% de gás carbônico e outros gases.

Quais ao gases que são utilizados na indústria?

OXIGÊNIO, NITROGÊNIO, HIDROGÊNIO, ACETILENO, GLP, GÁS CARBÔNICO, ARGÔNIO

Quais os mais usados e que oferecem maiores riscos?

OXIGÊNIO E ACETILENO – fornecidos em cilindros;

GLP – fornecido em botijões.

Onde são mais usados?

OXIGÊNIO E ACETILENO – na solda e corte oxiacetilênica;

GLP (GASES LIQÜEFEITOS DE PETRÓLEO) – soldas e uso doméstico.

Vamos dar alguns pontos importantes e esclarecedores sobre os tipos de gases mais usados nas empresas.

ACETILENO

É obtido misturando carbureto de cálcio com água, o gás não tem cheiro, nem cor, quando puro. A mistura deste gás com o oxigênio vai nos dar a chama “mais quente da Terra”.

Medida de precaução do fabricante do gás:

Quando o fabricante distribui acetileno para as indústrias, são acrescentados produtos que dão ao mesmo um cheiro característico (cheiro de alho). Essa medida faz com que possamos sentir a presença do gás, identificando-o em caso de vazamento.

O cilindro de acetileno é um tubo com aproximadamente 0,5 cm de espessura. Dentro deste cilindro, coloca-se uma massa de carvão vegetal, amianto e cimento formando uma

massa porosa.

Como o acetileno é um gás que explode facilmente, o fabricante torna a superfície interna do cilindro parecida com uma esponja, ou seja, uma massa porosa, cheia de pequenos buracos. Com isto, diminui o perigo de explosão, pois a mesma não se propaga pelos pequenos buracos existentes. Dentro do cilindro, é colocada também acetona, que absorve o acetileno, tornando-o menos perigoso.

COMO PROCEDER NO MANUSEIO DO CILINDRO DE ACETILENO

- Devemos sempre deixar o cilindro na posição vertical, nunca deitado.

Qual a conseqüência?

A acetona tenderá a sair da massa porosa junto com o acetileno.

Qual o risco?

Haverá um aumento de pressão e um desgaste rápido do conteúdo.

- Devemos ter cuidado com o cilindro evitando pancadas e choques usando sempre a tampa de proteção da válvula.

Qual a conseqüência?

Haverá um deslocamento da massa porosa da parede do cilindro ou rompimento da válvula.

Qual o risco?

Existirá um maior perigo de explosão, e com o rompimento da válvula, o cilindro tornará um “foguete”.

- Quando formos verificar algum vazamento utilizar sempre água e sabão.

Risco existente

Qualquer outro processo tal como, utilizar óleo e fogo, haverá um perigo de explosão

- Quando armazenamos, procurar sempre evitar misturar cilindros de outros gases, bem como o local deve ser protegido do calor e ter boa ventilação.

Qual a conseqüência?

O calor elevará a pressão interna. Não havendo ventilação, haverá concentração de gases (no caso de vazamento).

Qual o risco?

Perigo de explosão, principalmente quando há uma mistura de vários gases.

- Quando o acetileno contido no cilindro estiver acabando, devemos observar que jamais poderemos esgotar totalmente o gás, pois poderá acontecer o seguinte: A PRESSÃO INTERNA FICA MENOR QUE A PRESSÃO EXTERNA.

Qual a conseqüência?

Você terá exatamente 10 segundos para sair do local pois haverá a explosão do cilindro.

Qual o risco?

A chama na ponta do maçarico de solda vem para dentro do cilindro.

RECAPITULAR

Os gases mais usados são – ACETILENO, OXIGÊNIO E GLP.

- OXIGÊNIO + ACETILENO – Utilizado na solda e corte oxiacetilênica.

- O cilindro tem uma massa porosa que contém acetileno e acetona.

- Transportar com cuidado o cilindro evitando pancadas ou choques.

- Jamais esgotar todo o gás do cilindro.

- O local de armazenamento deve ser protegido do calor e com boa ventilação.

- Usar sempre água e sabão para verificar vazamentos.

OXIGÊNIO

Como é obtido o oxigênio?

O oxigênio é um gás sem cor, sem cheiro e sem sabor. Na maioria das vezes é obtido no ar, fazendo com que o ar se transforme em líquido, recuperando o oxigênio puro por um processo que se chama destilação fracionada.

O oxigênio oferece algum risco?

O oxigênio quando puro não queima, nem explode, mas faz outras substâncias queimarem muito depressa.

Qual o risco?

Misturando oxigênio com outros gases, como graxa, óleo ou qualquer derivado do petróleo, teremos violentas explosões.

Precauções

Toda tubulação, mangueiras, cilindros que contenham oxigênio não podem estar sujos de óleo, etc. O oxigênio nunca deve ser usado para soprar máquinas ou roupas pois poderá haver incêndio.

Existe muita pressão dentro do cilindro de oxigênio?

Para se ter uma idéia da alta pressão que está contida dentro de um cilindro de oxigênio, basta sabermos que:

- A pressão é aproximadamente 10 vezes maior que o cilindro de acetileno.

- Um canhão ao ser disparado tem uma pressão muito menor que a pressão dentro do cilindro de oxigênio.

Então, quais são os principais inimigos dos cilindros de oxigênio?

CHAMA – perigo de explosão e aumento da pressão interna.

ÓLEO E GRAXA – perigo de incêndio.

PANCADAS – deformação do metal.

CHAVES – danos nas válvulas.



Fonte: http://eeengenharia.blogspot.com.br/2010/03/gases-utilizados-na-industria.html


quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Acidente sem vitimas também e acidente?





Acidentes são acontecimentos imprevistos, com consequência sempre indesejáveis. Mesmo apenas com danos materiais, é sempre motivo de nervosismo, tensão e às vezes até de brigas e discussões.



Os acidentes acontecem devido a um fator ou uma combinação de fatores causadores. Cabe ao condutor dirigir de maneira consciente, respeitando e levando em conta todos os elementos a sua volta, e sabendo que, ao se descuidar, poderá desencadear eventos que terão consequências inevitáveis.



Mesmo para aqueles que colocam em prática a direção defensiva, acidentes podem acontecer. E quando ele não tem vítimas, existem alguns procedimentos que precisam ser levados em consideração e o Portal do Trânsito mostra quais são.



O primeiro passo é avaliar a situação para que você preserve seus direitos e cumpra seus deveres quando ocorre a inesperada colisão. Depois disso, é obrigatória a retirada da via dos carros envolvidos na colisão. Deixar o veículo, envolvido em acidente sem vítima, no local da batida, obstruindo a circulação, constitui infração média, com multa de R$ 85,13.



Em caso de acidentes sem vítimas, não é necessário acionar a autoridade de trânsito, mas é importante fotografar os danos, anotar as placas dos veículos envolvidos, do nome da rua e número do imóvel mais próximo ao acidente e nomes de eventuais testemunhas.



Outra dica importante é tentar um acordo entre as partes. Os condutores envolvidos na colisão devem conversar e tentar se entender quanto à responsabilidade pelo sinistro. Mesmo com acordo feito, é importante na sequência registrar um Boletim de Ocorrência. Para realizar o procedimento, na maioria das cidades existem duas formas: ir pessoalmente até a delegacia especializada ou acessar o site do órgão de trânsito responsável (pode variar de estado para estado) e preencher todos os dados solicitados pela internet. O BO virtual também é aceito pelas seguradoras e em caso de conflitos judiciais.



Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/portal-orienta-sobre-o-que-fazer-em-caso-de-acidente-sem-vitima/

Usando pá da maquina como andaime....





5 Medidas de Segurança em Andaimes



1. Uso do andaime Para trabalhar com segurança nos andaimes há de evitar os seguintes itens: Trabalhar em andaimes durante tempestades ou ventos fortes; Sobrecarregar os montantes ou as plataformas dos andaimes (respeitar as recomendações do fabricante); Sobrecarregar com materiais ou equipamento os guarda-corpos; Aplicar aos andaimes força que estes não estejam preparados para suportar (respeitar as instruções do fabricante); Alterar a estrutura dos andaimes sem tomar as precauções necessárias (novos cálculos, verificação dos pontos de ancoragem, etc..). Há de ter em conta as instruções e recomendações do fabricante, o qual, se necessário, deverá ser previamente consultado.



2. A plataforma do Andaime Sobretudo, deve-se verificar a plataforma do andaime, a mesma deve permitir aos trabalhadores executar as suas tarefas nos andaimes em completa segurança. A plataforma pode ser composta por tábuas de madeira ou por plataformas pré-fabricadas. Em caso de condições meteorológicas adversas (chuva, gelo, neve), as características da plataforma usada (madeira, alumínio, aço) têm de ser tidas em conta. As plataformas (tábuas e pranchas) devem ser mantidas em bom estado. Quando uma plataforma não estiver integralmente coberta por pranchas ou tiver perdido tábuas, é necessário interromper imediatamente o trabalho, que apenas poderá ser retomado após a reposição das tábuas em falta. As plataformas de trabalho devem ser suficientemente largas para permitir a passagem segura de pessoas.



3. Antes da utilização Antes da utilização, deve-se verificar se: Foi elaborado um desenho de montagem, utilização e desmontagem, em função da complexidade do sistema de andaime escolhido, e a montagem foi executada sob supervisão de uma pessoa competente e por trabalhadores que tenham recebido uma formação adequada; Tanto o trabalhador responsável pela montagem do andaime como o utilizador – se tratar de pessoas ou empresas diferentes (no caso da subcontratação de montagem) – devem ter a certeza de que o andaime irá garantir uma plataforma de trabalho segura e capaz de resistir, em completa segurança, ás cargas exercidas durante a sua utilização; As áreas do andaime que foram entregues estão claramente identificadas; A capacidade máxima dos locais de carga e das plataformas de trabalho está claramente indicada; Toda área do andaime foi inspecionada antes de ser usada (pode recorrer-se a uma check-list de inspeção do andaime) A responsabilidade pela manutenção, alteração e inspeção do andaime está claramente definida.



4. Inspeção do Andaime (Parte 1) Por ultimo e não menos importante tem a inspeção do andaime, onde há que se verificar (Parte 1): Se este é apropriado para a tarefa ou tarefas previstas; Se permitir o acesso, em completa segurança, ao local onde o trabalho será realizado; Se tem uma base estável e sólida Se os montantes estão corretamente montados e contraventados; Se a plataforma de trabalho não está demasiada alta em relação a largura da base; Se o andaime está suficientemente ancorado; Se as ancoragens estão suficientemente sólidas; Se os acessos cumprem as condições de utilização necessárias; Se todos os guarda-corpos estão em posição e eficazes; Se os andaimes estão corretamente sinalados. 5. Inspeção do Andaime (Parte 2) Além de verificar os itens acima, é importante também realizar as seguintes perguntas a fim de garantir a segurança, veja: Existe algum plano de montagem, utilização e desmontagem elaborado por uma pessoa competente? Os andaimes foram montados, alterados e desmontados pelos trabalhadores competentes? Todos os prumos possuem bases (e, se necessário, pranchas de madeira)?



5. Inspeção do Andaime (Parte 2) Além de verificar os itens acima, é importante também realizar as seguintes perguntas a fim de garantir a segurança, veja: Existe algum plano de montagem, utilização e desmontagem elaborado por uma pessoa competente? Os andaimes foram montados, alterados e desmontados pelos trabalhadores competentes? Todos os prumos possuem bases (e, se necessário, pranchas de madeira)?





Fonte: INBEP http://blog.inbep.com.br/5-medidas-de-seguranca-em-andaimes/ .

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Trabalhos executados sem o minimo de segurança.





GESTÃO DE SEGURANÇA NO TRABALHO

A Gestão de Saúde, Segurança e Qualidade de Vida da Pedreira Santo Cristo, dentre outras atribuições, define estratégias para promover melhorias aos nossos colaboradores.
Saúde, segurança e respeito à vida são os valores centrais na Política do Sistema de Gestão Integrada na Pedreira Santo Cristo, sempre com visão proativa e focados na prevenção, o setor de segurança trabalha em parceria com a Cipamin capacitada e qualificada para promover ações de segurança, saúde e higiene no trabalho.

Premissas da Política de Segurança e Saúde Ocupacional?

01. Segurança é atitude e responsabilidade individual;
02. A liderança é o elemento-chave na gestão de Segurança;
03. Segurança é tão importante quanto à produção, custo, qualidade, moral e meio ambiente;
04. Todos os acidentes podem ser evitados;
05. Todos os colaboradores usam os Equipamentos de Proteção Individual, fornecidos pela empresa;
06. Serviços que não atendam a todas as condições de Segurança não devem ser realizados;
07. A área de Segurança não é a única responsável pela Segurança na empresa;
08. O padrão de Segurança das empresas prestadoras de serviço deve ser compatível com o padrão da Pedreira Santo Cristo;
09. Os profissionais de medicina e segurança do trabalho assessoram as áreas na identificação e eliminação dos riscos e na condução de ações práticas visando à prevenção dos riscos.
10. Informações sobre os procedimentos são divulgadas através de Programas de Treinamento, Palestras Mensais, reuniões, eventos e diálogos diários de segurança – DDS, além de cartazes e placas de segurança instaladas nas áreas da empresa.

Fonte: http://www.pedreirasantocristo.com.br/seguranca-no-trabalho.html

Sera que a luva HEAT PLUS ZANEL suporta um trabalho desses?





Você sabia que a luva HEAT PLUS da ZANEL suporta até 300 graus Cº por 11,60 segundos?



Isso mesmo, o tempo de 11,60 segundos é uma determinante no nível que o EPI pode suportar com segurança a temperatura determinada que é de 300 Cº.



De maneira simplificada podemos dizer que quanto menor for a temperatura, mais TEMPO o EPI pode proteger o trabalhador contra riscos térmicos, dessa forma temos as situações abaixo:



Situações - Exemplos:



Se um trabalhador está trabalhando com peças com temperatura de 250 Cº, ele ficara totalmente protegido pela luva HEAT PLUS por 18,30 segundos.



Se um trabalhador está trabalhando com peças com temperatura de 100 Cº, ele ficara totalmente protegido pela luva HEAT PLUS por 62,60 segundos.



Como podem ver a luva HEAT PLUS, (MAIS CALOR) que nada mais é do que uma luva totalmente forrada, costurada com fio de aramida, também conhecida pela marca Kevlar. Importante lembrar que essa luva é feita com raspa ignifugada na cor AZUL, o que determina que a raspa seja ignifugada é o tratamento recebido durante sua produção. O fato dela ser ignifugada aumenta significativamente o tempo de permanência de macies na raspa, ou seja, o material demora muito mais tempo para se tornar rígido.



Saiba mais, solicite uma amostra. Temos mais de 2000 PDVs em todo Brasil para lhe atender.



http://www.zanel.com.br/raspa-e-vaqueta/luva-de-raspa-forrada-heat-plus/


Sera que a luva HEAT PLUS ZANEL suporta um trabalho desses?





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Se um trabalhador está trabalhando com peças com temperatura de 250 Cº, ele ficara totalmente protegido pela luva HEAT PLUS por 18,30 segundos.



Se um trabalhador está trabalhando com peças com temperatura de 100 Cº, ele ficara totalmente protegido pela luva HEAT PLUS por 62,60 segundos.



Como podem ver a luva HEAT PLUS, (MAIS CALOR) que nada mais é do que uma luva totalmente forrada, costurada com fio de aramida, também conhecida pela marca Kevlar. Importante lembrar que essa luva é feita com raspa ignifugada na cor AZUL, o que determina que a raspa seja ignifugada é o tratamento recebido durante sua produção. O fato dela ser ignifugada aumenta significativamente o tempo de permanência de macies na raspa, ou seja, o material demora muito mais tempo para se tornar rígido.



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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Homem morre preso na porta do ônibus





GARAGENS DE EMPRESAS DE ÔNIBUS: UMA PROPOSTA DE AÇÃO PREVENTIVA NA ÁREA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO



*Carlos Roberto Miranda, **Carlos Roberto Dias & ***Maria Goretti L. Amorin





INTRODUÇÃO

Os acidentes de trabalho e as doenças profissionais constituem hoje, no Brasil e na Bahia,  um dos mais graves problemas de saúde pública. Segundo dados oficiais da Previdência Social (1), durante o ano de 2000 foram registrados no país 343.996 acidentes de trabalho, sendo que 19.134 (5,56%) destes eventos foram classificados como doenças do trabalho. Na Bahia, durante o mesmo período, foram registrados 9.684 acidentes de trabalho, o que correspondeu a 2,82% do total dos acidentes ocorridos no Brasil. Destes, 1.336 (6,98%) eventos foram classificados como doenças do trabalho.

Analisando a ocorrência de acidentes de trabalho segundo o ramo de atividade, constata-se que 6.115 (1,78%) dos acidentes registrados no Brasil no ano de 2000 ocorreram entre trabalhadores do setor de transporte rodoviário de passageiros, sendo que 386 (2,01%) destes eventos foram classificados como doença do trabalho.

Garagens de empresas de transporte coletivo

Uma das principais características das garagens de empresas de transporte coletivo é a diversidade de atividades e de tarefas desenvolvidas num mesmo local de trabalho, objetivando a guarda e a manutenção dos veículos utilizados na operação de um sistema municipal de transporte coletivo. Essas atividades envolvem, além de serviços administrativos, os  serviços de armazenagem e abastecimento de combustíveis, limpeza, lavagem e higienização de veículos e de peças, manutenção mecânica e elétrica, serviços de solda, chaparia e pintura, recauchutagem de pneus, serviços de borracharia, movimentação, controle e guarda de veículos, entre outros. Em seus locais de trabalho, em função dessa diversidade de tarefas e atividades, é possível identificar a ocorrência dos mais variados riscos ambientais, sejam eles químicos, físicos ou biológicos. Além destes, são evidentes ainda as ocorrências de riscos denominados ergonômicos assim como as situações de riscos de acidentes de trabalho propriamente ditos.



OBJETIVOS

O presente trabalho teve como objetivo principal prevenir a ocorrência de acidentes de trabalho e de doenças profissionais entre os trabalhadores das garagens das empresas integrantes do sistema de transporte coletivo de passageiros de Salvador, Bahia. Buscou-se, ainda, desenvolver e aprimorar condutas, procedimentos e instrumentos de inspeção trabalhista na área de segurança e saúde no trabalho, compatíveis com a especificidade de uma garagem de ônibus.



Fonte: http://www.segurancaetrabalho.com.br/download/garagens-artigo.doc

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Pra quem gosta de adrenalina!!!! Isso que podemos chamar de trabalho per...







TRABALHO EM ALTURA: INFORMAÇÕES PARA SUA SEGURANÇA



Você sabia que todo trabalho executado acima de dois metros do nível inferior, que proporcione risco de queda ao indivíduo, é considerado Trabalho em Altura?



Desde o dia 27 de setembro de 2012 vigora no Brasil a NR35 (Norma Regulamentadora de Trabalho em Altura), que estabelece e explica quais são os requisitos mínimos e as medidas de proteção necessárias para o desenvolvimento do Trabalho em Altura. Essas orientações envolvem o planejamento, a organização e a execução das atividades seguindo as garantias mínimas à Saúde e Segurança do Trabalhador.



A NR35 regulamentou as funções dos trabalhadores capacitados e autorizados a exercer as atividades dessa área, que se estende em diversos campos profissionais, principalmente no segmento da construção civil.



Entre as normas, destacamos a importância e a obrigatoriedade das avaliações em relação ao estado de saúde e as condições físicas e psicológicas do indivíduo. Essa etapa tem como objetivo provar que o operário está apto a executar tais Atividades em Altura.



Além disso, é de suma importância que, o Empregador e o Trabalhador, tenham conhecimento sobre o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) durante a jornada de trabalho.



EPIs NO TRABALHO EM ALTURA



Os EPIs são indispensáveis para a execução do Trabalho em Altura. Segundo a NR06 (Norma Regulamentadora 06), os Equipamentos de Proteção Individual devem assegurar o Trabalhador e evitar que ele sofra quedas. Porém, existem três tipos de ferramentas, uma para cada nível de trabalho:



Cinto de Segurança: obrigatório em atividades superiores a 2 metros de altura e que apresentem risco de queda;

Cadeira Suspensa: é obrigatória no Trabalho em Altura em que exista necessidade de deslocamento vertical;

Trava-queda de Segurança: indispensável em atividades que realizam movimentação vertical em andaimes suspensos. Ela fica acoplada ao cinto de segurança que é ligado ao cabo do equipamento.

CUIDADOS QUE O TRABALHADOR DEVE MANTER



É importante que os trabalhadores em altura respeitem e conheçam todas as normas e riscos antes de exercer tais funções. É indispensável que o operário utilize todas as técnicas necessárias, verificando com cuidado todos os EPIs específicos que garantam a sua proteção diária, assim como o bom estado de conservação desses utensílios.



O QUE OS EPIs DE TRABALHO EM ALTURA PRECISAM CONTER



Os Equipamentos de Proteção Individual são compostos por:



Trava-quedas retrátil, cinto tipo paraquedista, mosquetão de aço oval, cadeira suspensa para subida e descida e talabarte – que é selecionado conforme o tipo de trabalho realizado.



Hoje o mercado oferece diversas opções para cada um desses itens, conforme o grau de risco de cada função.



OBRIGAÇÕES DO EMPREGADOR



Antes de contratar, as empresas precisam programar e garantir as medidas de proteção definidas e estabelecidas pela NR35, assegurando:



A realização da Análise de Risco (AR);

A emissão da Permissão de Trabalho (PT);

O desenvolvimento dos procedimentos operacionais para as atividades em altura;

A avaliação prévia das condições no local do Trabalho em Altura;

O comprometimento com os estudos das medidas de segurança aplicáveis no local de trabalho;

O planejamento de medidas de segurança no local de trabalho;

As medidas de segurança do trabalhador;

O cumprimento das medidas de proteção estabelecidas na NR35;

A apresentação das informações atualizadas sobre todos os riscos e medidas de controle do local de trabalho;

A suspensão dos trabalhos caso haja situação de risco ao trabalhador;

A autorização para trabalho em altura;

A supervisão do trabalho;

A organização da documentação do trabalhador previstas na NR35.

OBRIGAÇÕES DOS TRABALHADORES



O trabalhador em altura também precisa cumprir algumas regras previstas na NR35. São elas:



Comprometer-se a seguir as disposições legais e regulamentadas pela Norma;

Cumprir os procedimentos exigidos pela empresa empregadora;

Ajudar a empresa na implementação das disposições da NR35;

Parar com as atividades exercidas caso haja algum risco à vida;

Zelar pela própria saúde e segurança, evitando omissões no local de trabalho.

Gostou deste texto? Então confira também: “CIPA: Construa sua CIPA 5 vezes mais forte!”. Se você já segue as nossas dicas ou possui alguma informação ou sugestão importante, compartilhe conosco nos comentários. Sua colaboração é muito valiosa para que o nosso trabalho continue sendo feito com qualidade e excelência!



Leia mais: http://zanel.com.br/blog/trabalho-em-altura-informacoes-para-sua-seguranca/

Maquina de fazer pinos das fivelas que Zanel Utiliza





          Quando você utilizar um EPI da ZANEL que tem como acessório fivelas metálicas vai reparar no pino da fivela, e lembrar desse vídeo, muito legal.

          Veja o processo de fabricação exclusivamente do pino da fivela. A fivela em si é composta de um corpo que é estampado de uma chapa metálica, esse pino após fabricado é inserido artesanalmente na fivela já estampada, depois passa por um rigoroso banho para que não oxide, vale lembrar que a maquina abaixo foi totalmente desenvolvida pelo sr Antonio Escaño, profissional especialista em mecânica industrial, residente no bairro e Pouso Alegre de JAÚ SP.



Veja os principais produtos onde são utilizados as fivelas metálicas.



http://www.zanel.com.br/raspa-e-vaqueta/avental-de-raspa-soldador-modelo-barbeiro/



http://www.zanel.com.br/raspa-e-vaqueta/avental-de-raspa-soldador-sem-manga/



http://www.zanel.com.br/raspa-e-vaqueta/mangote-de-raspa-com-fivelas/



http://www.zanel.com.br/raspa-e-vaqueta/perneira-de-raspa-com-fivela/


Essa serralheira precisa usar os EPIs necessários.





Serralheria: riscos mais comuns e como agir de forma preventiva



A serralheria é um setor que se caracteriza bastante pela grande utilização de mão de obra, em decorrência da pouca utilização de tecnologia de ponta. A mão de obra utilizada é, em parte, especializada e possui grandes habilidades manuais, fator que faz uma grande (senão toda) diferença.



Nas serralherias são desenvolvidas diversas atividades, tais como: atividades de escritório, corte de materiais com tesoura, com esmeriladeira, corte oxi acetileno, solda elétrica, estampagem manual ou através de prensa elétrica, pintura de fundo com zarcão e de acabamento com esmalte, montagem, acabamento, carregamento e descarregamento de materiais.



Dentre as máquinas, as mais comuns são: esmerilhadeira, policorte, esmeril, solda elétrica, etc. Além disso, alguns produtos químicos e radiações não ionizantes também são utilizados, como: zarcão, esmalte, solda elétrica, oxi acetileno, etc.



Então, os trabalhadores desse setor estão constantemente expostos a riscos ocupacionais. E quais seriam esses riscos? Entenda a seta (-) como indicativo de "podendo causar", ou seja, apresentamos o risco bem como seu potencial efeito sobre o corpo humano.



Serralheria: riscos e prevenção

SERRALHERIA: RISCOS E PREVENÇÃO



Riscos Físicos:



Ruído - Perda auditiva



Riscos Químicos:



Produtos químicos - Queimaduras, distúrbios respiratórios, leões pulmonares e dores de cabeça.



Riscos Ergonômicos:



Postura inadequada - Fadiga, redução da destreza manual, lesão por esforço repetitivo e redução da capacidade de trabalho.



Riscos de Acidentes:



Máquinas, ferramentas, equipamentos, piso irregular e instalações elétricas inadequadas. - Cortes, lesões, escoriações, queda de mesmo nível e de nível diferente, choque elétrico, etc.



E existe alguma forma de prevenir esses riscos? Sim! Vejamos a seguir.



Físico:



Realizar a manutenção preventiva das máquinas e equipamentos.

Reorganizar a posição das máquinas e equipamentos, afastando-os das paredes, criando a formação de corredores de circulação de som (que devem ter no mínimo 1,20m) e minimizando ruídos.

Fixar máquinas e equipamentos no piso, evitando a trepidação.

Quando possível, realizar o enclausuramento da máquina ou equipamento, ou utilizar silenciadores.

Em último caso, utilizar o EPI adequado para a realização da atividade.





Químico:



Substituir a substância tóxica por outra atóxica, ou com menor toxicidade.

Ventilação natural nas instalações físicas. Caso não seja possível, a ventilação deve ser do tipo forçada, diluidora (dilui o poluente, tornando sua concentração mais baixa, não sendo, entretanto o sistema mais recomendado) ou exaustor (capta o poluente próximo à fonte de emissão, antes mesmo que ocorra a sua dispersão na atmosfera do ambiente de trabalho, objetivando a proteção da saúde do trabalhador).

Isolar as operações que envolvam solda e pintura dos demais setores de produção.

A empresa deverá manter informações e controle sobre os produtos tóxicos que utilizar, por meio da Ficha de Informação sobre Segurança do Produto Químico – FISPQ.

Ergonômico:



Organizar as bancadas de modo que todos os instrumentos a serem utilizados estejam próximos ao alcance das mãos do trabalhador.

Evitar que o trabalhador, ao executar sua tarefa, fique curvado ou que seus braços fiquem acima da altura dos ombros.

Evitar que o transporte de cargas seja manual e que o peso possa comprometer a saúde, evitando esforços lombares e desnecessários ao trabalhador.

Acidentes:



Arranjo físico adequado das máquinas e equipamentos.

Sinalização adequada.

Manutenção das ferramentas, máquinas e equipamentos.

Seguindo essas determinações, é possível trabalhar com segurança na serralheria, prevenindo que o trabalhador sofra algum acidente diante dos riscos encontrados no local de trabalho!



Fonte: http://ddsonline.com.br/dds-temas/seguranca/713-serralheria-riscos-mais-comuns-e-como-agir-de-forma-preventiva.html

sábado, 23 de setembro de 2017

Incêndio na lavoura de cana em Goias destrói varias maquinas.





Teve início no Nordeste a colheita da safra de cana-de-açúcar 2016/17, com previsão de 53 milhões toneladas. Em Pernambuco, a estimativa é de fechar o período com a produção de 13 milhões de toneladas, um aumento de 10% em relação a 2015/2016, quando a produção foi afetada pelo El Niño. Assim, o Estado reforça a posição de segundo maior produtor do Norte/Nordeste, ficando atrás apenas de Alagoas, que prevê uma safra de 18,5 milhões de toneladas de cana. Com isso, os usineiros de Pernambuco esperam produzir um milhão de toneladas de açúcar e 300 mil metros cúbicos de etanol. O otimismo do setor fica por conta também dos preços internacionais do açúcar que melhoraram por causa do câmbio, impulsionando o setor.



Ao contrário da melhora na colheita e as expectativas de lucro, chamo atenção para o fato de que a execução da atividade manual do corte de cana continua expondo os trabalhadores ao excessivo desgaste físico e psicológico. O trabalhador rural no País continua sujeito ao labor penoso e, por vezes, ilegal. Ainda hoje, 80% da cana colhida são cortados à mão. Ora, é lógico que a atividade canavieira leva ao desgaste físico desses trabalhadores. Trata-se de um despropósito a baixa mecanização do corte de cana. Além disso, o sistema de pagamento por tonelada cortada manualmente, somado aos precários meios de transporte, alimentação, segurança e falta de pausa e equipamentos de proteção individual, eleva os riscos de acidente de trabalho.



Entre os principais riscos ocupacionais, destacam-se a exposição à poeira e à fuligem, além das altas temperaturas, cortes envolvendo punho, mãos e dedos, problemas ergonômicos e picadas por animais peçonhentos. Tão adversas são as condições de trabalho dos cortadores de cana, que já passou da hora de o poder público (diga-se Ministério do Trabalho) atuar com fiscalização nas lavouras e punição aos empregadores que não utilizam de regras para melhorar o patamar a que estão expostos os canavieiros.



Fonte: http://segurancaocupacionales.com.br/safra-de-cana-inicia-no-nordeste-com-expectativa-de-crescimento-so-falta-agora-melhorar-a-situacao-de-saude-e-seguranca-dos-canavieiros/

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Ele não bebeu não, é que hoje e sexta-feira.





EMBRIAGUEZ NO TRABALHO - DOENÇA OU MOTIVO PARA JUSTA CAUSA?



A Consolidação das Leis do Trabalho - CLT prevê, no artigo 482, alínea "f", a embriaguez (habitual ou em serviço) como falta grave por parte do empregado, sendo este um dos motivos que constitui a extinção do contrato de trabalho por justa causa.



Quando o legislador estabeleceu este como sendo um motivo para justa causa, fundamentou-se na proteção do trabalhador que, trabalhando em estado de embriaguez, poderia sofrer um prejuízo maior que a despedida motivada, ou seja, um acidente grave que pudesse ocasionar sua própria morte.



Não obstante, este empregado poderia ainda provocar acidentes ou a morte de outros colegas de trabalho, os quais estariam a mercê de uma atitude do empregador para se evitar uma fatalidade.



A embriaguez pode ser dividida em habitual (crônica) ou embriaguez "no trabalho" (ocasional). Esta se dá necessariamente no ambiente de trabalho e aquela, constitui um vício ou até mesmo uma enfermidade em razão da reiteração do ato faltoso por parte do empregado, podendo ocorrer tanto dentro quanto fora do ambiente da empresa.



A embriaguez habitual tem sido vista jurisprudencialmente mais como enfermidade do que como vício social, o que, perante a Justiça do Trabalho, merece um tratamento e acompanhamento médico antes de se extinguir o contrato por justa causa.



Quanto à embriaguez "no trabalho" ou ocasional, o empregador, exercendo seu poder fiscalizador e de punição, poderá adotar penas mais severas contra o empregado, em se verificando a falta de interesse por parte deste na manutenção do contrato de trabalho.



Se a embriaguez habitual é tida pela jurisprudência como doença e não mais como motivo para justa causa, a CLT deveria ser reformada em seu artigo 482, alínea f, já que este tipo de demissão irá depender da comprovação desta habitualidade.



Is porque além da possibilidade de causar um acidente, há também o risco do empregado embriagado causar sérios prejuízos materiais ao empregador, seja por perda de matéria-prima numa falha operacional ou por danos na utilização de máquinas, ferramentas ou equipamentos de trabalho.

Será então que o empregador poderia, havendo estes prejuízos materiais, demitir o empregado por justa causa pelos danos causados e não pelo fato da embriaguez?



Nesta hipótese, será que a justa causa ainda poderia ser revertida no tribunal pela falta de assistência ao empregado?



No meio desta encruzilhada (lei x jurisprudência) está o empregador, que usando seu poder diretivo poderá demitir o empregado de imediato e assumir o risco de ter revertida a justa causa, caso se comprove que a embriaguêz era crônica e não ocasional.



Se houver a reversão da justa causa perante a Justiça do Trabalho, o empregador poderá ainda ser condenado a arcar com uma indenização por dano moral,  pagar todas as verbas rescisórias nos termos de uma rescisão sem justa causa, ou ainda ser condenado a reintegrar o empregado para que este faça o tratamento na busca de sua reabilitação para o trabalho.

Diante da incerteza, sensato seria à empresa incluir o empregado no programa de recuperação de dependentes alcoólicos (caso a empresa tenha um programa voltado a dependentes químicos) ou, como já mencionado anteriormente, afastar o empregado e encaminhá-lo para o INSS a fim de que este tenha a oportunidade de se reabilitar antes de tomar uma decisão inadvertida.



O entendimento dos tribunais, em qualquer das situações de dependências químicas no ambiente de trabalho, é de que cabe ao empregador esgotar os recursos disponíveis para promover e preservar a saúde do trabalhador.



É comum encontrarmos decisões em que a dispensa por justa causa com fundamento na embriaguez é descaracterizada, condenando a empresa reclamada no pagamento de verbas decorrentes de uma dispensa imotivada, bem como estabelecendo a reintegração do empregado desligado a fim de que este possa fazer o devido tratamento.



Mas e se mesmo após um período de tratamento o empregado não se recuperar ou se depois do retorno da Previdência Social, voltar a se apresentar embriagado para o trabalho, poderia o empregador demitir por justa causa?



A empresa não é obrigada a manter o vínculo empregatício com um empregado considerado capacitado para o trabalho, ou seja, é prerrogativa da empresa demitir o empregado sem justa causa a qualquer momento, desde que pague os direitos rescisórios decorrentes da dispensa imotivada.



Entretanto, em se tratando de casos de doença decorrentes de dependência química e sob a ótica dos princípios constitucionais como a valorização do trabalho humano, a função social do contrato, a dignidade da pessoa humana entre outros que norteiam esta relação, da mesma forma que a empresa se beneficiou da mão de obra deste empregado enquanto esteve capacitado, prima-se pela tentativa de recuperar sua condição de saúde antes de qualquer despedida arbitrária ou mesmo motivada.



Estas são questões que parecem só resolver nos Tribunais e que dependerão de provas concretas de ambas as partes. A responsabilidade será ainda maior do empregador em provar que se utilizou de todas as medidas para a recuperação do empregado e a manutenção do contrato de trabalho, daí a necessidade de todos os acompanhamentos médicos ocupacionais, que poderão isentar o empregador de maiores responsabilidades.





Sergio Ferreira Pantaleão



Fonte: http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/embriaguez.htm

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Esse pedreiro é fera mesmo. # robot mason





A ombreira ZANEL é um produto desenvolvido especialmente para carregar pequenas cargas manualmente onde se utiliza os ombros com base para isso. É um produto ajustável, flexível e confortável, possui almofadas em locais estratégicos que permitem que o colaborador tenha rendimento superior por estressar menos o ombro durante as tarefas de movimentação de pequenas cargas.



Dentre os locais onde podem ser aplicados esse produto destacamos:



Distribuidora de ferragens para serralheiros

Madeireiras

Deposito de material de construção

Transportadoras

Distribuidoras de insumos para industrias em geral



Saiba mais: http://www.zanel.com.br/ombreira-de-raspa/

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Imagens reais do terremoto que abalou México dia 19 de setembro.





      Um forte terremoto voltou a atingir o México nesta terça-feira, 19 de setembro, deixando um rastro de destruição, mortes, feridos e pânico no país. O epicentro do sismo, de 7,1 graus de magnitude, foi a cerca de 12 quilômetros da localidade de Axochiapan, no Estado de Morelos (centro do país), mas o tremor de terra foi sentido na Cidade do México, capital mexicana, onde dezenas de prédios caíram. Várias pessoas morreram nas localidades atingidas, mas as autoridades mexicanas ainda seguem contabilizando os mortos e feridos na tragédia. O terremoto ocorreu apenas dez dias depois de outro tremor de terra, de magnitude 8,2 graus na escala de Richter, sacudir o sul do país e deixar mais de uma centena de mortos nos Estados de Oaxaca, Chiapas e Tabasco.



Até a manhã desta quarta-feira o Governo brasileiro ainda não tinha confirmação sobre cidadãos do Brasil entre as vítimas. O Itamaraty disponibilizou um número de emergência:



Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2017/09/19/internacional/1505846475_997950.html

Maca de resgate despencando do prédio





7 Dicas de Resgate em Alturas



1. Garantir sua própria segurança De nada serve socorrer a vítima, se o sucesso da operação custar a vida do socorrista. É necessário garantir, na medida do possível, a segurança da equipe de resgate e demais envolvidos na situação, além da segurança do próprio acidentado.



2. Avaliar o binômio Risco/Benefício Analisar friamente cada caso e procurar soluções simples e seguras, através de opções alternativas, sem improvisações. 3. Não agravar lesões Em muitos casos, é mais importante a qualidade do atendimento e a correta manipulação do acidentado (imobilização, contenção de hemorragia, prevenção de choque…) do que a rapidez no resgate em alturas. Primeiro afastando-o do perigo sem submetê-lo a novos danos, para que adiante seja realizada a estabilização da vítima e para que seja possível a aplicação dos primeiros socorros.



3. Não agravar lesões Em muitos casos, é mais importante a qualidade do atendimento e a correta manipulação do acidentado (imobilização, contenção de hemorragia, prevenção de choque…) do que a rapidez no resgate em alturas. Primeiro afastando-o do perigo sem submetê-lo a novos danos, para que adiante seja realizada a estabilização da vítima e para que seja possível a aplicação dos primeiros socorros.



4. Redundância da Segurança Em uma operação de resgate não podemos nos permitir ao luxo de agravar ao acidente, e como deve ser em qualquer uma  destas operações, há de se duplicar os sistemas de segurança, e se for o caso, em algumas situações críticas, triplicá-los. Toda e qualquer operação de risco, exige redundância da segurança. Não há como admitir falha, por exemplo, numa usina de energia nuclear, visto que se algum sistema falhar, outro deve assumir imediatamente, garantindo a integridade do sistema. 5. Revisar os Sistemas Em operações de resgate, a segurança é primordial (novamente percebe-se a redundância) e antes que qualquer operação seja iniciada, todo sistema deve ser revisado. Se as montagens são simples e estão ordenadas, não haverá perda de tempo, em que alguns casos pode ser fatal.



5. Revisar os Sistemas Em operações de resgate, a segurança é primordial (novamente percebe-se a redundância) e antes que qualquer operação seja iniciada, todo sistema deve ser revisado. Se as montagens são simples e estão ordenadas, não haverá perda de tempo, em que alguns casos pode ser fatal.



6. Economia de Esforço e Tempo Sempre que possível, devemos nos ater ao princípio da simplicidade. Sempre é mais fácil, além de simplificar os sistemas de resgate, descer as vítimas do que iça-las.



7. Instalar um Sistema de Comando em Operações Em toda e qualquer situação de emergência, o Sistema de Comando de Operações (SCO) deve ser instalado. A assunção do comando e conseqüente desencadeamento da operação segundo um Plano de Ação é algo natural, que deve ser uma doutrina de qualquer operação de emergência, incluindo as de resgate em alturas. O conhecimento e o domínio das técnicas de resgate em altura não nos obrigam a usar todas elas. Há ocasião em que com uma solução simples evitamos uma manobra complicada.





Fonte: INBEP http://blog.inbep.com.br/7-dicas-de-resgate-em-alturas/ .

Pulando a vala quase quebrou as pernas





SEGURANÇA EM SERVIÇOS DE ESCAVAÇÃO DE VALAS



Nos trabalhos realizados em valas ocorrem, com freqüência, acidentes graves e fatais devido, principalmente, a deslizamentos de terra com conseqüentes soterramentos. Por isto, é necessário adotar medidas que arantam a segurança dos trabalhadores, levando em conta, principalmente, o conjunto de esforços sobre as contenções.

Este trabalho tem como objetivo discutir e propor soluções seguras para o dimensionamento e a execução de contenções em valas destinadas à instalação de redes subterrâneas de utilidades (abastecimento de água, telefonia, gás, esgoto, água pluvial entre outros).



Casos de soterramento são observados em várias companhias de saneamento do país. O principal motivo para a ocorrência de tais acidentes é a ausência dos sistemas de contenção do solo.

A principal alegação das empreiteiras é que a instalação do escoramento é demorada, atravancando a continuidade da obra e atrasando o cronograma.

Evidentemente, isto não procede, pois não se deve justificar a ausência ou precariedade das medidas de segurança em função de fatores econômicos e/ou de produção.



 ALGUNS DADOS SOBRE A CASUÍSTICA DE ACIDENTES NO SETOR



Desmoronamento e soterramento são os riscos principais e mais evidentes em obras de abertura de valas.



Observe-se, por exemplo, o citado por Pfeil (1987) acerca de um grave acidente ocorrido na construção do metrô de Berlim na Alemanha. Neste caso as escavações foram levadas a uma profundidade maior que a programada, a chamada sobrescavação, chegando próximas à base de perfis verticais que sustentavam

internamente as estroncas (escoras) - a vala tinha largura de 21m.



Assim, as bases dos perfis verticais ficaram praticamente livres, permitindo seu deslocamento vertical no sentido ascendente, causando a desestabilização das estroncas (escoras) e o consequente colapso do escoramento causando a morte de 19 operários.



Fonte: http://www.alegre.es.gov.br/site/images/imagens/artigos/defesa-civil/recomendacoes-escavacoes.pdf

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Acidentes fatais acontecem, basta não seguir as regras de segurança.





No Brasil, 700 mil pessoas sofrem acidente de trabalho a cada ano

De 2012 a 2016, houve 3,5 milhões de casos, com 13,3 mil mortes, no Brasil. Afastamentos por licença médica custam R$ 22 bilhões aos cofres públicos. Operários da construção civil e caminhoneiros estão entre as vítimas mais frequentes



Descuido, falta de equipamentos de segurança e até exaustão provocam 700 mil acidentes de trabalho por ano em todo o país. Dados levantados pela Previdência Social e pelo Ministério do Trabalho revelam a seriedade do problema, que atinge trabalhadores de várias profissões. O Brasil é a quarta nação do mundo que mais registra acidentes durante atividades laborais, atrás apenas da China, da Índia e da Indonésia. Desde 2012, a economia já sofreu um impacto de R$ 22 bilhões, por conta de pessoas afastadas de suas funções após sofrerem ferimentos durante o trabalho. Se fossem incluídos os casos de acidentes em ocupações informais, esse número poderia chegar a R$ 40 bilhões.



De acordo com o Ministério da Fazenda, entre 2012 e 2016, foram registrados 3,5 milhões de casos de acidente de trabalho em 26 estados e no Distrito Federal. Esses casos resultaram na morte de 13.363 pessoas e geraram um custo de R$ 22,171 bilhões para os cofres públicos com gastos da Previdência Social, como auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, pensão por morte e auxílio-acidente para pessoas que ficaram com sequelas. Nos últimos cinco anos, 450 mil pessoas sofreram fraturas enquanto trabalhavam.



Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2017/06/05/internas_economia,600125/acidente-de-trabalho-no-brasil.shtml

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

+ de 200 mil volts... Esse serviço tem que ter segurança especializada, ...





Você sabia que em trabalhos realizados com eletricidade é imprescindível  a utilização de Luva de Alta tensão? Isso mesmo, a luva de alta tensão protege o trabalhador contra risco elétricos, importante lembrar que a luva de cobertura ZANEL tem papel importante nessa situação, pois a luva de cobertura é aplicada como um acessório que tem a finalidade de PROTEGER a LUVA DE ALTA TENSÃO, então fica claro que a luva de COBERTURA ZANEL protege a LUVA de borracha e não o trabalhador contra riscos elétricos. Observe também que a equipe utiliza ANDAIME e bastões ISOLADOS para completar a segurança.





As luvas de alta tensão que são feitas em borracha.



Especificações da Luva Isolante Elétrica:



Classe 00 / 2,5 KV, tensão máxima permitida até 500 V.



Classe 0 / 5 KV, tensão máxima permitida até 1000 V.



Classe 1 / 10 KV, tensão máxima permitida até 7.500 V.



Classe 2 / 20 KV, tensão máxima permitida até 17.000 V.



Classe 3 / 30 KV, tensão máxima permitida até 26.500 V.



Classe 4 / 40 KV, tensão máxima permitida até 36.000 V.





Descrição técnica LUVA DE COBERTURA ZANEL:



Luva de Cobertura, também conhecida como Luva de Cobertura para Eletricista, confeccionada em couro bovino curtido ao cromo e vaqueta, com palma, dorso e dedos em vaqueta, com punho de raspa, acabamento em viés vermelho, tira para regulagem no dorso com espessura média da raspa em 1,50 mm e espessura média da vaqueta em 1,10 mm, com gramatura 0,0815 gramas/cm² ou 0,815 kg/m² e gramatura 0,0580 gramas/cm² ou 0,580 kg/m², costurada com algodão ou Kevlar.



A Zanel EPIs de Raspa e Vaqueta produz a Luva de Cobertura com o objetivo de minimizar o desgaste e proteger às Luvas de Alta Tensão, pois essas luvas, tem o valor aproximado de R$ 200,00 a R$ 1.100,00. Por esse motivo, investir em uma Luva de Cobertura da Zanel é um excelente negócio, já que a utilização correta da Luva de Cobertura aumenta significativamente a vida útil da Luva de Alta Tensão.



Leia mais : http://www.zanel.com.br/luva-de-cobertura-para-eletricista/

domingo, 17 de setembro de 2017

Show de falta de segurança, se liga.....





TRABALHO COM CESTO AÉREO TEM NORMAS DE SEGURANÇA APROVADAS
Fonte: MTE - 12/12/2011 - Adaptado pelo Guia Trabalhista
Os trabalhadores que exercem atividades ou tarefas utilizando cestos aéreos já contam com normas segurança definidas. As especificações técnicas para o funcionamento de equipamentos de locomoção para estes trabalhadores estão na Portaria SIT nº 293, publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 09/12/2011, que insere o anexo XII na Norma Regulamentadora nº 12, sobre Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos.
O anexo XII da NR12 dispõe da utilização de Cestas Aéreas, Cestos Acoplados e Cestos Suspensos como equipamentos para execução de trabalho em altura - onde não se pode ser utilizado outro meio de acesso, tais como plataformas de trabalho em altura (PTA), muito empregadas em construção de grandes obras como hidrelétricas; geradores eólicos, torres de linhas de transmissão de energia, estaleiros e atividades no sistema elétrico de potência.
“O Anexo veio dar luz ao entendimento dos requisitos para estes equipamentos, preenchendo uma lacuna normativa existente e que vinha causando dúvidas tanto por parte dos empregadores quanto pela fiscalização”, destacou o coordenador-geral de Fiscalização e Projetos do Departamento de Segurança e Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego, Luiz Carlos Lumbreras Rocha.
As cestas aéreas são equipamentos já regulamentados por Norma Técnica da ABNT, tendo seus requisitos de segurança ampliados neste anexo. São equipamentos veiculares destinados à elevação de pessoas para a execução de trabalho em altura, de braço móvel, articulado, telescópico ou misto, com caçamba ou plataforma, com ou sem isolamento elétrico, podendo (desde que projetado para este fim) também elevar material por meio de guincho e de lança complementar. 
Já os cestos acoplados são caçambas ou plataformas acopladas a um guindaste veicular, também para elevação de pessoas; e os cestos suspensos, são um conjunto formado pelo sistema de suspensão a caçamba ou plataforma suspensa por equipamento de guindar. Segundo Lumbreras, ambos tinham utilização limitada em função do dispositivo presente na NR18, que proíbe a utilização de equipamento de guindar para o transporte de pessoas desde que não projetados para este fim.
“Este instrumento normativo foi harmonizado com os requisitos existentes em diversas Normas Regulamentadoras, tais como:
NR 10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
NR 18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;
NR 29 - Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário;
NR 30 - Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário; e 
NR 34 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval.
O posicionamento, como anexo da NR12, se justifica por referir-se tal norma a Máquinas e Equipamentos como objeto principal do Anexo”, disse Lumbreras.
Participaram da elaboração do texto, representantes do governo, dos trabalhadores e dos empregadores, além dos fabricantes de equipamentos e especialistas de diversos setores econômicos, tais como o elétrico, construção pesada, de produção e exploração de petróleo.

sábado, 16 de setembro de 2017

Quase se quebrou inteiro pra fazer gracinha









Trabalhos em Altura - Manual de segurança



4. ESCADAS PORTÁTEIS

4.2. Medidas Preventivas



Colocação



Posicionamento do pé da escada:



Antes de utilizar uma escada de mão deve-se garantir a sua estabilidade. A base deve ficar solidamente assentada.

As superfícies devem ser planas, horizontais, resistentes e não derrapantes. A falta de quaisquer destas condições pode causar graves acidentes.

Para colocar uma escada em solo inclinado, deve-se utilizar calços ajustáveis para as travessas ficarem na posição horizontal.

A escada não deve ser colocada sobre elementos inestáveis ou móveis (caixas, barris, etc.).

O apoio da escada no solo deve ser feito sempre através dos montantes, nunca no degrau inferior.

Os calços de apoio da escada devem ser antiderrapantes e estar em bom estado.

Inclinação da escada:



A inclinação da escada deve ser tal que a distância do pé à vertical passando pelo vértice fique compreendida entre um quarto e um terço do seu comprimento, correspondendo a uma inclinação compreendida entre 75,5° e 70,5° (solo-escada).

O ângulo de abertura de uma escada de tesoura deve ser, no máximo, de 30º, com a corda que liga as duas secções estendida, ou com o limitador de abertura bloqueado.

Fixação



É aconselhável a imobilização da parte superior da escada por meio de uma corda sempre que a sua estabilidade não esteja assegurada.

O tensor das escadas de tesoura deve estar sempre em perfeito estado e completamente estendido durante a utilização das mesmas.

Utilização



Sempre que não seja possível utilizar uma plataforma de trabalho e devam ser utilizadas escadas, será necessário adoptar as seguintes medidas:



Antes de cada utilização verificar o estado da escada.

Antes de aceder à escada, certificar-se de que a sola do calçado usado e os degraus da escada estão limpos, isentos de gordura, óleo ou qualquer outra substância deslizante.

A escada deve ultrapassar pelo menos em 1 m. o ponto de apoio superior, sempre que se deva aceder a locais elevados.

Para realizar trabalhos acima de 1,5 m. do solo, utilizar arnês de segurança ligado a um ponto fixo resistente, ou a uma linha de vida previamente instalada.

A escada não deve ser utilizada simultaneamente por mais de uma pessoa.

Não devem ser utilizadas escadas de mão com mais de 5 m. de comprimento.

Na utilização de escadas de tesoura não se deve passar de um lado para o outro pela parte superior, nem trabalhar "à cavalo".

Situar a escada de tal forma que o trabalhador possa aceder facilmente ao ponto de operação sem ter de ser esticar ou inclinar. Para aceder a outro ponto de operação não se deve hesitar em mudar a posição da escada.

As escadas não devem ser utilizadas para outros fins diferentes daqueles para os quais foram concebidas. Não utilizar as escadas duplas como se fossem simples, não utilizar na posição horizontal para servirem de pontes, passarelas ou plataformas e não utilizar para servirem de suporte de um andaime.

Nunca se deve deslocar uma escada manual enquanto o trabalhador está sobre ela.



Fonte: https://www.isastur.com/external/seguridad/data/pt/2/2_5_4_3.htm

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Extintor explode durante treinamento e quase mata as pessoas.





Inspeção e manutenção dos extintores

 Para se fazer a manutenção em extintores as empresas devem ter um Registro de Aptidão desse tipo de serviço junto ao Inmetro.

A empresa interessada em obter o registro deve enviar ao Inmetro algumas informações como:
Manual de Procedimento;
Manual de Qualidade;
Lista dos Equipamentos para montagem e desmontagem dos extintores;
Relação dos funcionários técnicos e treinados para realização do serviço de manutenção, bem como toca a sua estrutura organizacional, que deverá estar adequada para que esses funcionários não fiquem expostos aos riscos e danos dentro do ambiente de trabalho.
É preciso lembrar que a manutenção deve ocorrer sempre após o uso do extintor e somente poderá ser executada por uma empresa registrada no Inmetro, com seus devidos selos e lacres exigidos para se ter uma garantia de bom funcionamento.

Para garantir que será realizado todo serviço necessário na manutenção de um extintor; normalmente é utilizado um check list em que são anotadas as características dos extintores em manutenção e os procedimentos realizados. Essa ficha deve ficar arquivada na empresa para auxiliar em manutenção e inspeções futuras.

É importante lembrar, também, que o Inmetro acompanha o trabalho dessas empresas registradas por meio de relatórios mensais. Nesses relatórios é mostrado todo o controle de produção da empresa, conseguindo, dessa maneira, evitar a realização de serviços da má qualidade na manutenção dos extintores.

Todos os estabelecimentos comerciais devem realizar inspeções visuais mensais em seus extintores, conforme Norma Regulamentadora nº 23, tendo, assim, maior garantia que seus extintores, em eventual necessidade de uso, funcionarão adequadamente.

Caso haja alguma irregularidade, o estabelecimento deve entrar em contato com a empresa que fez sua manutenção para reparar o dano.

Fonte: http://treinandos.com.br/blog/inspecao-e-manutencao-dos-extintores/

#PERIGO - Trava do mosquetão abrindo com as vibrações





TRABALHO EM ALTURA: INFORMAÇÕES PARA SUA SEGURANÇA



Você sabia que todo trabalho executado acima de dois metros do nível inferior, que proporcione risco de queda ao indivíduo, é considerado Trabalho em Altura?



Desde o dia 27 de setembro de 2012 vigora no Brasil a NR35 (Norma Regulamentadora de Trabalho em Altura), que estabelece e explica quais são os requisitos mínimos e as medidas de proteção necessárias para o desenvolvimento do Trabalho em Altura. Essas orientações envolvem o planejamento, a organização e a execução das atividades seguindo as garantias mínimas à Saúde e Segurança do Trabalhador.



A NR35 regulamentou as funções dos trabalhadores capacitados e autorizados a exercer as atividades dessa área, que se estende em diversos campos profissionais, principalmente no segmento da construção civil.



Entre as normas, destacamos a importância e a obrigatoriedade das avaliações em relação ao estado de saúde e as condições físicas e psicológicas do indivíduo. Essa etapa tem como objetivo provar que o operário está apto a executar tais Atividades em Altura.



Além disso, é de suma importância que, o Empregador e o Trabalhador, tenham conhecimento sobre o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) durante a jornada de trabalho.



EPIs NO TRABALHO EM ALTURA



Os EPIs são indispensáveis para a execução do Trabalho em Altura. Segundo a NR06 (Norma Regulamentadora 06), os Equipamentos de Proteção Individual devem assegurar o Trabalhador e evitar que ele sofra quedas. Porém, existem três tipos de ferramentas, uma para cada nível de trabalho:



Cinto de Segurança: obrigatório em atividades superiores a 2 metros de altura e que apresentem risco de queda;

Cadeira Suspensa: é obrigatória no Trabalho em Altura em que exista necessidade de deslocamento vertical;

Trava-queda de Segurança: indispensável em atividades que realizam movimentação vertical em andaimes suspensos. Ela fica acoplada ao cinto de segurança que é ligado ao cabo do equipamento.

CUIDADOS QUE O TRABALHADOR DEVE MANTER



É importante que os trabalhadores em altura respeitem e conheçam todas as normas e riscos antes de exercer tais funções. É indispensável que o operário utilize todas as técnicas necessárias, verificando com cuidado todos os EPIs específicos que garantam a sua proteção diária, assim como o bom estado de conservação desses utensílios.



O QUE OS EPIs DE TRABALHO EM ALTURA PRECISAM CONTER



Os Equipamentos de Proteção Individual são compostos por:



Trava-quedas retrátil, cinto tipo paraquedista, mosquetão de aço oval, cadeira suspensa para subida e descida e talabarte – que é selecionado conforme o tipo de trabalho realizado.



Hoje o mercado oferece diversas opções para cada um desses itens, conforme o grau de risco de cada função.



OBRIGAÇÕES DO EMPREGADOR



Antes de contratar, as empresas precisam programar e garantir as medidas de proteção definidas e estabelecidas pela NR35, assegurando:



A realização da Análise de Risco (AR);

A emissão da Permissão de Trabalho (PT);

O desenvolvimento dos procedimentos operacionais para as atividades em altura;

A avaliação prévia das condições no local do Trabalho em Altura;

O comprometimento com os estudos das medidas de segurança aplicáveis no local de trabalho;

O planejamento de medidas de segurança no local de trabalho;

As medidas de segurança do trabalhador;

O cumprimento das medidas de proteção estabelecidas na NR35;

A apresentação das informações atualizadas sobre todos os riscos e medidas de controle do local de trabalho;

A suspensão dos trabalhos caso haja situação de risco ao trabalhador;

A autorização para trabalho em altura;

A supervisão do trabalho;

A organização da documentação do trabalhador previstas na NR35.

OBRIGAÇÕES DOS TRABALHADORES



O trabalhador em altura também precisa cumprir algumas regras previstas na NR35. São elas:



Comprometer-se a seguir as disposições legais e regulamentadas pela Norma;

Cumprir os procedimentos exigidos pela empresa empregadora;

Ajudar a empresa na implementação das disposições da NR35;

Parar com as atividades exercidas caso haja algum risco à vida;

Zelar pela própria saúde e segurança, evitando omissões no local de trabalho.

Gostou deste texto? Então confira também: “CIPA: Construa sua CIPA 5 vezes mais forte!”. Se você já segue as nossas dicas ou possui alguma informação ou sugestão importante, compartilhe conosco nos comentários. Sua colaboração é muito valiosa para que o nosso trabalho continue sendo feito com qualidade e excelência!



Saiba mais: http://zanel.com.br/blog/trabalho-em-altura-informacoes-para-sua-seguranca/

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Quem precisa de elevador de cargas????





8 Riscos para saúde e segurança na construção civil



Em 2009, foram notificados 54.142 acidentes do trabalho apenas no setor da construção civil! Confira os 10 principais riscos para saúde e segurança na construção civil para o trabalhador. Segundo a reportagem da Gazeta do Povo, a construção civil é o quinto setor econômico em número de acidentes e o segundo que mais mata trabalhadores no Brasil. A participação do setor no total de acidentes fatais no país passou de 10%, em 2006, para os atuais 16% e hoje responde por 450 mortes todos os anos.



 Vamos conferir agora os 8 principais riscos presentes na construção civil, que hoje ocupam um número significante de acidentes no Brasil:



8 Riscos para saúde e segurança na construção civil #ZANEL_PODE_CONFIAR



1. Quedas de nível A construção de edifícios como também a demolição deles, demandam atividades em altura na construção civil e esta é responsável por um grande número de fatalidades e acidentes. O uso dos andaimes é frequente e existem precauções que devem ser tomadas ao usar este tipo de equipamento, além do treinamento específico de trabalhos em altura (NR-35). Veja também o post: “5 Medidas de segurança em andaimes”.



2. Movimentação de objetos ou materiais Esta é uma situação que deve-se sempre ter muita atenção, no ambiente da construção civil há uma grande movimentação de objetos e materiais, portanto fica muito mais fácil acontecer quedas e deslizes de materiais que podem vir a atingir o trabalhador. É importante que neste caso o colaborador use os EPI’s para sua segurança e que todos estejam atentos na hora do manuseio dos materiais. As cargas de materiais também entram neste tópico, os trabalhadores devem assegurar que nenhum objeto caia do veículo de transporte.



3. Choques elétricos Os choques elétricos podem ser provenientes de fios de eletricidade expostos ou da proximidade dos ambientes onde há grande circulação de trabalhadores, para prevenção deste acidente, é necessário que o ambiente elétrico esteja devidamente protegido e que os trabalhadores estejam equipados e conscientes das medidas de segurança. Para os profissionais que trabalham diretamente com eletricidade é obrigatório o certificado de treinamento em NR-10 (Básico/SEP).



4. Dermatoses ou alergias Muito comum quando há um uso e contato regular com agentes como cimento, argamassa e outros. O uso de equipamentos de proteção individual como luvas, máscaras e uniformes podem auxiliar na prevenção do surgimento de alergias na pele, proveniente do contato.



 5. Sinalização de risco do ambiente A sinalização é um fator primordial para segurança no ambiente de trabalho. O colaborador deve ser informado dos agentes e ambientes de risco presentes e deve respeitar as regras e medidas de segurança estabelecidas para cada tipo de risco.



6. Proteção no uso das máquinas Ao se trabalhar com máquinas deve-se manter um padrão de segurança, com o uso de EPI e treinamento adequado para a utilização (NR-12). Já falamos sobre isso aqui no blog, confira o post: “Prevenção de acidentes com máquinas e equipamentos”



 7. Ruídos em excesso Já falamos aqui no blog sobre a PAIR – Perda Auditiva Induzida por Ruído Ocupacional – a qual uma vez instalada, não possui tratamento para cura. Essa é decorrente principalmente da exposição contínua a elevados  níveis de pressão sonora em ambientes de trabalho, mas não só, essa também pode provir de produtos químicos: metais (arsênio, chumbo, cobalto, manganês e mercúrio), gases asfixiantes (cianeto, nitrato de butila e monóxido de carbono) e solventes orgânicos (tuleno, xileno,estireno, dissulfeto de carbono, tricloroetileno, n-hexano e butanol). Saiba mais em: “O que é PAIR e como prevenir”



8. Exposição a corpos estranhos No canteiro de obras é fácil encontrar animais peçonhentos como cobras, aranhas, escorpiões, abelhas, formigas, vespas e assim por diante. É importante sempre analisar o ambiente e checar se há presença de algum deles, assim como utilizar EPI’s como luvas, botas, uniforme e máscaras que ajudam na proteção de picadas destes bichos. Pensando na prevenção de acidentes e no desenvolvimento pessoal dos trabalhadores, a INBEP desenvolveu o Curso Online da NR-18, com certificação reconhecida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Veja mais informações em: https://goo.gl/5xZ1OT



Fonte: INBEP http://blog.inbep.com.br/8-riscos-para-saude-e-seguranca-na-construcao-civil/ .




terça-feira, 12 de setembro de 2017

Não ultrapasse pela direita. Como destruir um carro.







DDS – Segurança do Trabalho / Segurança no Trânsito



Todos os dias a todo momento nos deparamos com riscos os mais variados e, muitos deles estão fora do trabalho, estão na nossa casa, no convívio social e sobremaneira no dia a dia do trânsito.







Cada um de nós, diariamente percorre grandes distâncias para chegar e voltar do trabalho, muitas vezes é preciso inclusive, irmos de uma área de trabalho para outra de automóvel ou ciclomotor.



Dessa forma, estamos freqüentemente convivendo com os riscos das ruas e estradas. Seguidamente ficamos sabendo que um colega, um amigo próximo ou até mesmo um familiar se envolveu num acidente de trânsito.



Nós todos sabemos o quanto é importante reduzirmos os transtornos provocados por esses acidentes, só que eles continuam acontecendo e muitos de nós permanecemos pensando que essas coisas acontecem apenas com os outros, conosco dificilmente acontecerá.



Até onde vamos nessa condição? O quê podemos fazer para contribuir com números melhores, com situações menos arriscadas e com menos sofrimentos e prejuízos ?



Nada muda sem metas e objetivos definidos. Somente mudamos alguma coisa quando assumimos responsabilidades, isso pressupõe fazer alguma coisa mesmo que signifique fazer o mínimo.



Melhorar a segurança do trânsito – essa meta é nossa. Como vamos alcançá-la?



Respeitar os outros, as regras e a sinalização é um bom começo;

Não ingerir bebida alcoólica antes de dirigir;

Responsabilizar-se pelo veículo mantendo-o em boas condições de manutenção;

Não usar o automóvel para exibição e sim para deslocamentos tranquilos;

Colaborar com campanhas de prevenção orientando os desatentos, comprometendo todos na busca pela preservação da vida;

Sempre que puder, pensar no assunto e assumir uma postura de mudança.

“Pense nisso, comente com seus colegas. Isso valerá a pena!”



Fonte: https://wandersonmonteiro.wordpress.com/2015/07/13/dds-seguranca-do-trabalho-seguranca-no-transito/

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

#cuidar_melhor_do_planeta

Legal a ferramenta, mas falta segurança.





A segurança na construção civil é um assunto muitas vezes deixado de lado, o que acaba

ocasionando maior número de acidentes e situações perigosas. Para o sistema construtivo Tiltup

é necessária mão de obra especializada e qualificada, o que é complicado de encontrar nos

dias atuais. Por isso esta pesquisa tem o objetivo específico de avaliar acidente ocorrido na

construção de um condomínio logístico, no processo de içamento de painéis em concreto

armado, diagnosticar causas do acidente, neste processo, tendo como alvo a obtenção de

ações, corretivas e preventivas relacionado à segurança dos colaboradores envolvidos nas

atividades, bem como evitar danos materiais à empresa. Para tal estudo, foram realizadas

visitas de campo para acompanhar o sistema construtivo, e avaliar o içamento de painéis em

concreto armado, através do processo de montagem in loco. Pesquisou-se peças metálicas,

equipamentos, metodologia executiva envolvida no sistema construtivo tilt-up com o intuito

de diagnosticar causas prováveis do evento. O resultado encontrado foi a oxidação interna do

lift, que causou o acidente, provocando alterações no posicionamento do guindaste no

momento do içamento para que o equipamento ficasse fora do raio de insegurança da parede

Tilt-up , caso houvesse queda e a utilização do lift plate, que é uma peça mais robusta e

oferece maior resistência, caso, a fiscalização verificasse que o lift apresenta-se insegurança.





Fonte: http://repositorio.roca.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/3815/1/CT_CEEST_XXVI_2014_21.pdf


domingo, 10 de setembro de 2017

Se o seu dia está nublado, troque o sol #boa_semana







Você observa e analisa o trabalho de outras Revendas de EPIs? Sendo ou não uma concorrência direta é preciso pensar com atenção nos serviços que você oferece. Eles conseguem se destacar da concorrência ou você vende apenas os produtos que seus clientes procuram?
Ficar de olho nessa questão é fundamental. Existem, ainda, formas de se diferenciar da concorrência sem precisar de grandes malabarismos. O que acha de começar a mudança na sua empresa hoje e mesmo e alcançar o sucesso que tanto deseja para a sua Revenda de EPIs? Destacamos algumas dicas abaixo, simples, mas bastante poderosas. Confira.

Pesquise e analise o seu setor de atuação

É preciso manter uma monitoração constante do mercado de EPIs. Esse é o primeiro passo para que você se destaque da sua concorrência, mesmo que não ofereça um serviço muito inovador. Não é necessário sempre mostrar algo inédito. A reformulação do que já é feito por todos é um grande passo.
Saiba como é o atendimento de outras Revendas de EPIs da sua região – ou até mesmo de outras -, quais os produtos mais procurados, o que não pode faltar em sua Revenda de EPIs e que é ofertado por todos, entre outros pontos. O mais importante, além de ter essa pesquisa em mãos, é manter uma regularidade dela. Renove esses dados pelo menos a cada três meses para ter um controle maior.

Você é dependente da crise?

A crise tornou-se um medo constante das empresas que se mantêm em atividade hoje. É possível vender mais mesmo nos tempos de crise e você consegue isso com muita dedicação. Além de manter a monitoração do mercado, como indicamos acima, você precisa também conhecer todos os problemas enfrentados pela sua Revenda de EPIs e, principalmente, buscar solução para eles.
Não utilize da desculpa da crise para não buscar melhorias para a sua empresa. O mercado é de fato competitivo e você precisa apenas de foco e dedicação para ultrapassar essa barreira. É possível!

Boa imagem é tudo

Como está o layout da sua Revenda de EPIs? A aparência da sua loja conta bastante para seus clientes, principalmente para aqueles que buscam por seus serviços a primeira vez. Sabia que é possível montar um bom layout de uma loja de EPI sem gastar tanto, apenas mudanças internas já dá um bom aspecto para o espaço. Tente!
Mude a cor do ambiente, o layout e organização da sua vitrine, observe o uniforme de seus funcionários, além de outros pequenos, mas importantes detalhes. O resultado com certeza será bastante satisfatório.

Tenha funcionários e fornecedores competentes

Qual a qualidade dos produtos que você oferece aos seus clientes? Contratar um fornecedor competente é um passo muito importante para você se destacar da sua concorrência. Os produtos que você vende também refletem na imagem da sua Revenda de EPIs.
Outro ponto importante são os funcionários. Eles precisam ser muito bem treinados e atentos quanto aos serviços prestados. Conhecer técnicas funcionais de venda, por exemplo, faz toda diferença na hora do atendimento.
Gostou das dicas? Você também encontrará outras dicas no post “Qual o perfil de uma Revenda de EPIs de sucesso?”, o que acha de dá uma lida e depois deixar seu comentário nos contando como você aplica essas dicas em sua loja?
Até breve!
Fernando Zanelli
http://zanel.com.br/blog/revenda-de-epis-voce-sabe-como-diferenciar-se-da-concorrencia/

Zanel mantém o protagonismo de Bocaina fabricando EPIs de Raspa e Vaqueta

A Zanel é uma das fábricas de EPIs que mais contribui com a economia de Bocaina Na década de 80 Bocaina deixou a tradição puramente ru...