quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Incêndio em uma empresa de Parauapebas PA





Prevenção de incêndios – DDS



Independente do tamanho e proporção que atingi, um incêndio sempre traz prejuízos materiais e as vezes pessoais. Algumas dessas perdas nunca serão recuperadas…



A prevenção é sempre a melhor escolha, e pensando nisso hoje trataremos sobre como evitar incêndios, agindo de forma preventiva, afinal, a melhor proteção é a prevenção.







Para a prevenção contra incêndios algumas atitudes são importantes:



Respeite a sinalização indicativa de combate e ação em casos de incêndios



A sinalização indicativa é muito importante, em caso de incêndio é ela que mostrará as ações a serem tomadas para que as pessoas saiam do lugar em segurança.



Não obstrua o acesso aos corredores de passagem de emergência e escadas



Lembrem-se em caso de incêndio eles são a esperança de uma saída rápida e segura, mantê-los desobstruídos é fundamental para a segurança de todos que estão no ambiente.



Não fume próximo a produtos inflamáveis



Isso parece obvio, mas acredite, acontece! Obedecer a sinalização de não fumar é um ato de inteligência.



Fume apenas nos lugares permitidos para tal.



Cuide bem da manutenção da rede elétrica



Boa parte dos incêndios ocorrem por causa de curto circuitos elétricos. Não faça gatos e gambiarras elétricas em máquinas e na rede elétrica.



Não sobrecarregue as tomadas



Elas não foram feitas para suportar vários equipamentos ligados ao mesmo tempo.



Substitua os extintores avariados



Principalmente em ambientes com circulação constante de empilhadeiras é comum que aconteçam avarias em alguns extintores, tornando-os inadequados para uso.



Fazer a substituição no menor tempo possível é muito importante para manter o ambiente mais preparado para uma eventual ação.



Mantenha os extintores com carga de água longe dos equipamentos energizados



Isso é importante para evitar que na hora da correria, algum desavisado use e com isso sofra uma descarga elétrica (a água conduz eletricidade).



Mantenha os extintores com carga de água longe dos produtos químicos inflamáveis



Lembre-se, os extintores de água podem fazer com que as chamas se espalhem, e com isso o fogo poderá se tornar incontrolável.



Conheça os produtos químicos da sua empresa



Alguns produtos químicos reagem em contato com outro, e essa reação às vezes gera fogo. Conhecer os produtos químicos e sua reação irá fazer com que tome as medidas para armazená-los a uma distância certa e lugar seguro, e com evitar o risco.







Mantenha os materiais combustíveis em local seguro



Não improvise, na dúvida procure opinião especializada.



Nunca obstrua o acesso aos extintores



Os extintores são as vezes a única chance de um combate a tempo de evitar que as chamas se tornem incontroláveis.



Lembre-se os primeiros minutos são os mais importantes no combate a incêndio, quanto mais demorar em combater, maior a chance de que ele fique incontrolável.



Espero que tenha gostado do DDS.



 –



Veja abaixo algumas imagens de um combate a princípio de incêndio mal sucedido.



Fica claro na primeira imagem que a pessoa não se aproximou o suficiente para conseguir um combate eficiente. É claro que outros fatores podem ter influenciado, mas, um dos fatos importantes é o combate ineficiente mostrado na foto…



Fonte: http://segurancadotrabalhonwn.com/dds-prevencao-de-incendios/

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Engavetamento de 36 veículos, múltiplas vitimas, inclusive fatais.







Segurança e saúde dos motoristas profissionais que trafegam nas rodovias do Brasil



Jornadas de Trabalho dos Motoristas de Caminhão



Mundialmente, a maior parte dos caminhoneiros enfrenta uma jornada de trabalho

irregular ou em turnos e permanece acordada mais de 18 horas/dia. Estudos indicam que

tempo acordado maior que 19 horas reduz o desempenho psicomotor e é equivalente a

altas quantidades de álcool no sangue2,8. Um exemplo de trabalhadores de turno irregular

é o motorista de caminhão autônomo ou não assalariado que perfaz jornadas superiores a

12/14 horas em horários irregulares e em turnos diversificados, com poucas horas de sono

(4 a 6 horas). Já o motorista que trabalha em turnos alterna seus horários de trabalho de

acordo com uma escala pré-estabelecida pela empresa. Nesses dois casos, na maioria das

vezes, ocorre inversão do ciclo vigília-sono15, o que prejudica a qualidade do sono, tornando-o

insuficiente e com presença de repetidos despertares18.



Leis estabelecidas por alguns países da América, Europa e Austrália



Pesquisadores têm desenvolvido estudos sobre as jornadas de trabalho dos motoristas

profissionais em várias partes do mundo. De forma geral, os países aplicam as leis ou

regulamentações a fim de dirimir o cansaço e a fadiga desses trabalhadores, reforçando

intervalos de descanso e limitando as horas ao volante. A Tabela 1 descreve os aspectos gerais

das leis de trabalho referentes aos motoristas de transporte de cargas da União Europeia e

de países como Estados Unidos, Austrália e Canadá.

No Brasil, as leis de trabalho referentes ao tempo de condução e de descanso do motorista

profissional sofreram alterações ao longo de três anos (Tabela 2). O tempo de condução

aumentou de 4 horas para 5h30 (Leis 12.619/2012 e 13.103/2015, respectivamente). Será que

uma hora e meia a mais sem pausa para descanso pode prejudicar a atenção e a vigilância

dos motoristas? Estudos recentes constataram alta prevalência de sonolência ao volante e de

acidentes com motoristas que dormem pouco e dirigem por muitas horas sem descanso8,17.

Pesquisas com motoristas colombianos e da Nova Zelândia mostraram que o excesso de

horas de trabalho (> 12 horas) ao volante e duração de sono menor que 6 horas são fatores

de risco para fadiga e acidentes9,22.

Em relação ao revezamento dos motoristas durante a viagem, a lei antiga assegurava o

repouso dos motoristas com o veículo estacionado. A nova lei, porém, designou que os

motoristas podem dormir com o veículo em movimento. Como obter um sono restaurador

com o veículo em movimento? A National Sleep Foundatione

 recomenda dormir de acordo

com a necessidade biológica, sem fragmentar o sono e em ambiente livre de perturbações.

Dessa forma, observa-se que a legislação vigente desconsidera essas ações quanto ao aspecto

de qualidade, eficiência e higiene do sono durante o período de descanso.

Com isso, constata-se que as alterações regulamentadas na Lei 13.103/2015 contribuem

para maior tempo de jornada de trabalho e redução do tempo de descanso, prejudicando

o sono restaurador, a atenção e o estado de alerta dos motoristas, o que pode causar

sonolência e acidentes.



Fonte: http://www.scielo.br/pdf/rsp/v51/pt_0034-8910-rsp-S1518-87872016050006761.pdf


Engavetamento na Rod. Carvalho Pinto - 36 veículos envolvidos, múltiplas...





#segurançaprimeirolugar



Um grave acidente, envolvendo ao menos 34 carros, terminou em engavetamento e ao menos duas mortes por volta das 7h40 desta quarta-feira (30), na altura do KM 75 da rodovia Carvalho Pinto, sentido Rio, em Jacareí, interior de São ... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/08/30/engavetamento-de-carros-termina-com-um-morto-na-rodovia-carvalho-pinto-em-jacarei-sp.htm?cmpid=copiaecola



Fonte: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/08/30/engavetamento-de-carros-termina-com-um-morto-na-rodovia-carvalho-pinto-em-jacarei-sp.htm


Acidente Carvalho Pinto - Vista pista de embaixo do viaduto







Um acidente envolvendo 36 veículos provocou um incêndio na manhã desta quarta-feira (30) e interdita completamente a rodovia Carvalho Pinto (SP-70) em Jacareí (SP). Ao menos duas pessoas morreram e 20 pessoas feridas foram socorridas, segundo os Bombeiros e Polícia Rodoviária Estadual (veja no vídeo acima).
O acidente aconteceu por volta de 7h40 na altura do km 75, no sentido interior. A PRE informou que 36 veículos se envolveram no acidente, sendo que 12 carros e dois caminhões foram atingidos pelas chamas. Às 9h10, o fogo estava extinto, de acordo com os Bombeiros.

Leia mais - Fonte: http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/carreta-pega-fogo-e-interdita-rodovia-carvalho-pinto-no-trecho-de-jacarei.ghtml

Isso ta com cara que não vai dar certo.





SEGURANÇA NO IÇAMENTO DE CARGAS - 12 REGRAS BÁSICAS



Içamento de cargas é uma das tarefas mais realizadas no dia a dia da construção civil e montagem eletromecânica em todo mundo. Você não vê uma só obra acontecendo sem que seja observado um guindaste, uma grua ou outro equipamento que eleve e posicione cargas.



Se por um lado esses equipamentos são fundamentais para reduzir o esforço das pessoas na realização das atividades além de propiciar um fantástico aumento de produtividade, eles também são uma fonte de risco que precisa sempre ser gerenciada.



Não são raros os casos onde vemos guindastes tombando e cargas caindo. Para tentar auxiliar  vocês na identificação destes riscos e definição de medidas preventivas, seguem algumas dicas que devem ser levadas e consideração durante o içamento de cargas:



1 - Os equipamentos devem estar em perfeito estado de conservação e as manutenções devem estar em dias  - Todos os equipamentos de movimentação de cargas devem possuir um plano de manutenção preventiva e este precisa ser cumprido a risca. Nunca aceite alguém dizer que qualquer tipo de vazamento em equipamentos de movimentação de cargas é normal.



2 - O local onde o equipamento será instalado / patolado deverá possuir a estabilidade comprovada - É muito comum não se verificar a condição do solo onde os equipamentos de movimentação de carga serão instalados / patolados. A verificação destes locais através de analise técnica é fundamental para a segurança da operação. Nunca se esqueça de utilizar os médices para a realização das atividades, nunca permita as patolas diretamente no solo sem a utilização destes acessórios;



3 - Deve-se conhecer a carga a ser içada - Algumas informações da carga a ser içada são indispensáveis para uma movimentação segura como: peso, geometria, ponto de pega, centro de gravidade entre outros;



4 - Os operadores deverão ser capacitados - Todos os operadores dos equipamentos deverão possuir capacitação / certificação para a operação dos equipamentos. Não existe operador de equipamentos de içamento de carga sem treinamento específico no equipamento que esta sendo operado;



5 - Deve ser definido um sinaleiro e este precisa ser capacitado - Não pode haver mais de uma pessoa orientando o operador na movimentação de cargas. A pessoa definida para fazer esta orientação deve ser definida previamente e estar devidamente capacitada para auxiliar na operação;



6 -Toda a área da movimentação de carga deverá estar isolada - Toda a área da movimentação da carga deverá esta isolada e sinalizada e ninguém poderá acessar esta área enquanto a atividade estiver sendo executada. É importante ressaltar que caso o içamento seja realizado próximo a redes elétricas, estas devem estar devidamente desenergizadas e bloqueadas contra religamentos não autorizados.



7 - Não é permitida que a carga passe sobre pessoas - O operador é o responsável direto pela movimentação e não pode içar carga sobre pessoas. Caso este identifique este tipo de prática, a atividade deverá ser paralisada imediatamente;



8 - Pessoas não podem realizar atividade sob a carga - Não deve ser permitida a realização de nenhuma atividade abaixo da carga içada. O trabalho deve ser previamente planejado para que não haja este tipo de exposição;



9 - Utilize cordas guias para auxiliar na movimentação e posicionamento da carga -  Toda movimentação de carga deverá ser auxiliada por cordas guias, o que evita que as pessoas exponham as mãos e dedos na carga. É importante ressaltar que as pessoas que conduzem a corda guia fiquem fora do raio de ação da carga;



10 - Todos os acessórios deverão ser previamente definidos de acordo com a carga a ser içada e inspecionados - Os acessórios como cabos, estropos, manilhas, cintas entre outros devem ser dimensionados de acordo com a carga. Todos os acessórios devem suportar o peso da carga de acordo com a sua tabela que sempre é entregue pelo fabricante. Estes devem passar por inspeção prévia antes da utilização e esta deve ser registrada;



11 - O vento influencia diretamente na movimentação de cargas - A velocidade do vento limite deve ser estudada para todas as movimentações de carga. Caso os guindastes não possuam anemômetro é fundamental que a obra possua um equipamento para  constante monitoramento;



12 - Deve-se elaborar um plano de rigging para a movimentação das cargas - O plano de rigging é o planejamento da movimentação de carga e informa todos os detalhes de como esta deve acontecer. É fundamental que para todos os içamentos este planejamento seja elaborado e ele deve ser feito por profissional qualificado e habilitado.





Escrito por Nonato Soares.



Fonte: http://prevencaosaudavel.blogspot.com.br/2015/02/seguranca-no-icamento-de-cargas-12.html

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Uma enorme peça de metal fundido escapa e quase mata o trabalhador queimado





Você sabia que a luva HEAT PLUS da ZANEL suporta até 300 graus Cº por 11,60 segundos?
Isso mesmo, o tempo de 11,60 segundos é uma determinante no nível que o EPI pode suportar com segurança a temperatura determinada que é de 300 Cº.
De maneira simplificada podemos dizer que quanto menor for a temperatura, mais TEMPO o EPI pode proteger o trabalhador contra riscos térmicos, dessa forma temos as situações abaixo:
Situações - Exemplos:
Se um trabalhador está trabalhando com peças com temperatura de 250 Cº, ele ficara totalmente protegido pela luva HEAT PLUS por 18,30 segundos.
Se um trabalhador está trabalhando com peças com temperatura de 100 Cº, ele ficara totalmente protegido pela luva HEAT PLUS por 62,60 segundos.
Como podem ver a luva HEAT PLUS, (MAIS CALOR) que nada mais é do que uma luva totalmente forrada, costurada com fio de aramida, também conhecida pela marca Kevlar. Importante lembrar que essa luva é feita com raspa ignifugada na cor AZUL, o que determina que a raspa seja ignifugada é o tratamento recebido durante sua produção. O fato dela ser ignifugada aumenta significativamente o tempo de permanência de macies na raspa, ou seja, o material demora muito mais tempo para se tornar rígido.
Saiba mais, solicite uma amostra. Temos mais de 2000 PDVs em todo Brasil para lhe atender.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017


CUIDADO PARA NÃO COMPRAR PRODUTOS FALSIFICADOS. EXIJA NF, ACEITE SOMENTE PRODUTOS ORIGINAIS - ZANEL.
Os produtos abaixo foram localizados por um cliente que ao perceber que estava sendo engado procurou a ZANEL.
O custo de manter a qualidade e toda documentação exigida pelo M.T.E. fazem com que empresas utilizem indevidamente os C.A.s da ZANEL, por isso se tiver duvidas, fale conosco contato@zanel.com.br, temos pontos de vendas em todo Brasil que podem atende-los com produtos originais com garantias e qualidade.
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Importância do CA para Revendas e Distribuidoras
O Certificado de Aprovação – CA – é importante para Fabricantes, Revendedores, Distribuidoras, Empregadores e Trabalhadores, pois garante que o EPI foi testado por laboratório competente e aprovado segundos as normas de segurança e saúde do país.
O fabricante deve assegurar e comprovar que o EPI tenha sido fabricado em conformidade com as exigências do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho (DSST). A concepção deve propiciar o nível mais alto de proteção, promover conforto e facilidade de uso. Por isso, o Revendedor fica tranquilo em relação à comercialização do produto, assim como empregadores e trabalhadores terão um EPI totalmente confiável quanto à sua qualidade.
Leia mais: http://zanel.com.br/blog/o-que-e-certificado-de-aprovacao-e-sua-importancia-para-revendas-e-distribuidoras-de-epis/








Relacionamos para você algumas maneiras "nomes" como são conhecidos e encontrados nossa PERNEIRA DE RASPA no comercio em geral, ou até mesmo para você que e revendedor fazer uma cotação conosco, basta identificar o produto que precisar e nos informar o código do produto.


PERNEIRA EM RASPA DE COURO Características Gerais: Perneira em raspa de couro - perneira em raspa com cobertura no metatarso e com fechamento por velcro. Peso aproximado: 600 g; Aplicação: Proteção das pernas do usuário contra agentes abrasivos, escoriantes e perfurações nas indústrias metalúrgicas, usinas e construção civil. Com CA (certificado de aprovação) do MTE. CATMAT: 323091.
Código Zanel P-40V
Perneiras em raspa de couro de primeira qualidade, para uso em atividades de soldagem, fechamento com velcro, com proteção no metatarso. Unidade: pares
Código Zanel P-40V
Perneira de raspa grupon para soldador, que proteja os membros inferiores do usuário contra agentes escoriantes, faíscas, fagulhas, pequenas chamas e abrasivos em processos de solda e similares.
Código Zanel P-40V

Perneiras, Perneiras, De segurança confeccionado em couro tipo 02 raspa curtida ao cromo; Fecho em fivelas; Com
Código Zanel P-40V
Perneira em raspa. Manga de segurança confeccionada em raspa, tiras em raspa e fivela metálica para ajustes. Com Certificado de Aprovação junto ao Ministério do Trabalho e Emprego (CA).
Código Zanel P-40V
Perneira de Segurança, confeccionada em Raspa de Couro curtido ao cromo, com quatro tiras em raspa presas por meio de costuras, arrebites e fivelas metálicas para ajuste e fechamento
Código Zanel P-40V

domingo, 27 de agosto de 2017

Todo tipo de profissional deve atuar com SEGURANÇA em 1º lugar





Atualmente o turismo no mundo é uma das economias mais

rentáveis contribuindo para a geração de renda e emprego mundial. O Brasil

com o grande potencial turístico, não é diferente, atrai milhares de turistas

todos os anos em busca de realizar ecoturismo, turismo rural ou mesmo

turismo de negócios. Nesse contexto, Foz do Iguaçu – PR é um dos principais

destinos brasileiros devido às belezas naturais das Cataratas do Iguaçu

localizadas no Parque Nacional do Iguaçu.

Para a grande demanda de visitantes, é de extrema importância o

profissional “guia de turismo”, para orientar, zelar pela segurança do turista e

prestar informações pertinentes aos roteiros visitados. Apesar do guia estar em

constante preocupação com seus clientes, vale ressaltar a necessidade de

avaliar a segurança do trabalho destes profissionais em seu dia a dia também.

Dentre às questões de segurança do trabalho podemos abordar as

exaustivas cargas horárias de trabalho, alta exposição às condições climáticas

desfavoráveis, má alimentação, grande rotatividade com veículos e os riscos

referentes aos pontos turísticos dos quais os profissionais permanecem com

seus grupos.

O trabalho se justifica pelo interesse em vivenciar a realidade do

profissional guia de turismo e proporcionar alternativas aos problemas

detectados e despertar à mobilização desta classe de trabalhadores e almejar

condições adequadas de trabalho, com planejamento anual registrado,

mantendo e divulgando os dados.

O objetivo deste estudo foi realizar um levantamento dos riscos

ambientais inerentes aos guias de turismo de Foz do Iguaçu – PR e propor

medidas de segurança aos trabalhadores nos pontos que foram detectados

agentes prejudiciais à saúde do trabalhador e conscientizar os guias e

empresas contratantes sobre a importância da saúde e segurança no trabalho,

sendo um instrumento de auxílio para a inclusão dos guias de turismo no

Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA das agências de

turismo receptivo de Foz do Iguaçu, mesmo sendo prestadores de serviço.



Diante de tal realidade, há a necessidade de realizar estudos

pertinentes à segurança do trabalho da profissão em questão e estimular as

práticas seguras de trabalho.



2 REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO

2.1 Turismo



Embora já existissem viagens realizadas no passado que poderia

ser considerado como atividades turísticas, o século XIX, é considerado o

marco inicial do desenvolvimento do turismo moderno (DIAS, 2005).

De acordo com a OMT – Organização Mundial do Turismo -, o

turismo é a maior indústria do mundo gerando aproximadamente U$ 3,4

trilhões por ano, equivalente a quase 11% do PIB mundial e o guia é um

especialista em relações públicas com profundo conhecimento do local

(RAPOSO et al, 2002).

O Brasil tem um grande potencial turístico e a missão dos

profissionais envolvidos é coordenar de forma que tudo transcorra

perfeitamente (CARESSATO, 1996).

As formas ou tipos de turismo podem variar de um local para outro,

mas o turismo predominante em Foz do Iguaçu é o receptivo que de acordo

com Dias (2005), é aquele realizado pelos visitantes que não são residentes no

país, região ou localidade.

O turismo receptivo abrange a infraestrutura de acesso, urbana e

básica, os equipamentos e serviços turísticos, os equipamentos e serviços

turísticos, serviços de apoio e os recursos turísticos (KUSTER, 2002).

As atribuições dos guias de turismo nos termos da Lei 8623/93, é

acompanhar, orientar e transmitir informações às pessoas ou grupos, em

visitas e excursões. Os guias de turismo são cadastrados nas seguintes

classes: guia regional, guia de excursão nacional, internacional e especializado

em atrativo turístico.

Para a segurança nos passeios o guia deve informar aos

passageiros sobre os locais a serem evitados, grau de dificuldade dos roteiros,

levar Kit de primeiros socorros, obedecer à sinalização e ficar atento a animais

peçonhentos (CARDOSO et al, 2002).



Consideram-se contribuintes individuais as pessoas que trabalham

por conta própria, ou seja, são autônomos (ARAUJO, 2010).

2.2 Segurança do trabalho

Em 1890, no Brasil iniciou timidamente, a legislar sobre as

condições de trabalho industrial que começavam a preocupar as autoridades

sanitárias, sendo criada em 1934 a Inspetoria de Higiene e Segurança do

Trabalho e através da Portaria no

3214, o Ministério do Trabalho em 1978,

aprovou as normas regulamentadoras (NR), relativas à segurança e medicina

do trabalho (MIRANDA, 98).

Os dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho) relatam

que, cerca de 2,2 milhões de pessoas morrem em decorrência de acidentes e

doenças de origem profissional, por razões diversas sendo principalmente por

desobediência a normas e procedimentos, imprudência, negligência, falta de

EPI´s e terceirização dos serviços (OLIVEIRA, 2012).

Em 2009, foram registrados 723.452 acidentes e doenças do

trabalho entre os trabalhadores assegurados da previdência social. Este

número não inclui os trabalhadores autônomos e empregadas domésticas.

De acordo com o Programa de Controle Médico de Saúde

Ocupacional – PCMSO, da NR 7 cabe à empresa contratante de mão de obra

prestadora de serviços informarem a empresa contratada dos riscos existentes

e auxiliar na elaboração do PCMSO nos locais de trabalho onde os serviços

estão sendo prestados.

A NR 5 comenta que quando se tratar de prestadores de serviço

considera-se o estabelecimento para fins de aplicação da CIPA (REIS, 2012).

Ainda, exige a realização obrigatória dos exames médicos

admissional, periódico, de retorno de trabalho, mudança de função e

demissional.



Os sindicatos têm por atribuição a defesa dos direitos e interesses

coletivos ou individuais e garantir o cumprimento da legislação trabalhista na

área de saúde do trabalhador (RIBEIRO, 2012).

A atividade de planejar pode ser executada segundo três diretrizes

distintas: satisfação, otimização e adaptação (WOILER et al, 1992).

Diversos acidentes costumam ser atribuídos ao erro humano,

entretanto quando se fala em erro humano, geralmente se refere a uma

desatenção ou negligência do trabalhador (LIDA, 2005).

A participação dos trabalhadores da identificação de perigos e na

discussão das medidas de controle é fundamental (OLIVEIRA, 2001).

Chammé (1997) relata a importância da participação do trabalhador

em contribuir, prevenir ou minimizar as doenças ocupacionais e acidentes de

trabalho.

A empresa contratante de terceirizados, além de treinar o contratado

com relação aos riscos e processos de trabalho, deverá exigir cópia de todas

as fichas de registros dos empregados, cópia de todos os atestados de saúde

ocupacional (ASO), emitidos por médico do trabalho e apresentação do

programa de prevenção de riscos ambientais (PPRA), quando aplicável

(ARAUJO, 2010).

O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais é obrigatório por

parte de todas as empresas e deve ser elaborado sempre que necessário e

pelo menos uma vez ao ano para a avaliação e os ajustes necessários (NR 9).

Atualmente, a exposição a raios solares não dá direito ao

trabalhador receber insalubridade, contudo independente do pagamento ou

não, vale destacar que o empregador deve a saúde e vida dos trabalhadores

expostos aos raios solares em trabalhos a céu aberto conforme NR 21

(HASHIMOTO, 2009).

Denomina-se ato faltoso, o descumprimento das obrigações por

parte do empregado solicitadas pelo empregador. Para a segurança do

trabalhador, quando necessário, é obrigatório à utilização do EPI para proteger

a saúde integridade física do trabalhador (MORAIS, 2012).

A ocorrência de qualquer acidente de trabalho, mesmo que

insignificante, deve ser realizada a abertura da CAT (Comunicação de Acidente



de Trabalho), a fim de salvaguardar os interesses da empresa e empregado

(OLIVEIRA, 2012).

De acordo com a NR 4, referente aos serviços especializados em

engenharia de segurança e em medicina do trabalho, as agências de viagens,

operadores turísticos e serviços de reserva, enquadram-se na Classificação

Nacional de Atividades Econômicas – CNAE, 79 e grau de risco 1.

Os trabalhadores expostos à insolação excessiva, o calor, o frio, a

umidade e os ventos inconvenientes são necessárias medidas especiais,

conforme previsto na Norma Regulamentadora 21 (MIRANDA, 98).

A Constituição Federal, em seu artigo 7º, XXII, assegura a todos os

trabalhadores a redução dos riscos inerentes ao trabalho por meio de normas

de saúde, higiene e segurança. Logo, a exclusão da obrigatoriedade de

fornecimento de protetor solar aos trabalhadores que laboram expostos ao sol,

viola a referida norma constitucional (HASHIMOTO, 2009).

A redução dos acidentes é um dos mais fortes desafios à inteligência

do homem. Muito trabalho físico e mental e grandes somas de recursos têm

sido aplicados em prevenção, mas os acidentes continuam ocorrendo,

desafiando permanentemente todos esses esforços (CARDELLA, 2009).

Segundo Scaldelai et al (2012), o indivíduo, o setor de trabalho, a

empresa, cenário externo e a família possuem aspectos comuns e

interdependentes que determinam maior ou menor grau de segurança no

ambiente de trabalho.

Os custos não segurados impactam a empresa principalmente

quanto a salário dos quinze primeiros dias após o acidente, transporte e

assistência médica de urgência, comoção coletiva do grupo de trabalho,

prejuízos à imagem da empresa, destruição da maquina ou veículo, aumento

do prêmio seguro, indenizações, multas e perícias (SEBRAE, 2004).

A NR 26 aponta a necessidade de adotar cores para identificar os

equipamentos de segurança, tampa, delimitar áreas, identificar tubulações e

advertir contra riscos (REIS, 2012).

A NBR 7195/95, refere-se às cores para segurança para prevenção

de segurança e advertir contra riscos.

A NR 12 estabelece os sistemas de proteção necessários contra

quedas aos meios de acesso permanente (REIS, 2012)





Fonte: http://repositorio.roca.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/1739/1/MD_ENSEG_%20IV_2011_30.pdf

sábado, 26 de agosto de 2017

Maquina de fazer tijolos





Segurança do trabalho em olarias.



O que é olaria e cerâmica vermelha?



Olaria e Cerâmica Vermelha são ramos produtivos da Indústria

da Construção Civil, cuja atividade principal é a fabricação de tijolos e

telhas. A matéria prima utilizada é a argila extraída do fundo de rios,

córregos e várzeas que geralmente ficam próximos das fábricas.

Cerâmicas Vermelhas - produzem blocos cerâmicos (nove furos),

tijolos baianos (oito furos), blocos para vedação, lajes, telhas etc.

A argila utilizada deve ser tratada para eliminar as impurezas e baixar

teor de sulfato de ferro que naturalmente consta na terra.

Olarias - produzem tijolos comuns (tijolinhos), vasos, jardineiras,

moringas de água etc. Nesses produtos não há necessidade de tratar

a argila.



Os vestígios mais antigos de fabricação de tijolos foram encontrados

em Jericó e datam de 7.000 e 6.395 antes de Cristo. Por volta do ano

de 1200 a.C., a fabricação de tijolos generalizou-se na Europa e na Ásia.

Com a Revolução Industrial na segunda metade do século XVIII,

começou a produção de tijolos em larga escala. As pequenas olarias diminuíram

drasticamente e surgiram as grandes fábricas, com fornos enormes

e a produção de tijolos tornou-se mais rápida.

Modelo de Olaria e Cerâmica Vermelha



Qual a importância das olarias

e cerâmicas vermelhas?

As olarias e cerâmicas vermelhas são de extrema importância para

o desenvolvimento de nosso país. Na cidade de Piracicaba, atualmente

(2009) representa 3,86% do PIB (Produto Interno Bruto).

O tijolo foi uma inovação tecnológica que permitiu ao homem

realizar construções resistentes à altas e baixas temperaturas e umidades.

O setor de olarias e cerâmicas vermelhas há muito tempo é marginalizado

pela sociedade, pois muitos trabalhadores ainda são expostos a

condições subhumanas. Por isso devemos buscar medidas para minimizar

o sofrimento dos que trabalham arduamente nessa atividade.

Existem várias maneiras para contribuir, seja na denúncia de exploração

de trabalho infantil e de adolescentes, como também na participação

junto aos órgãos públicos e privados no desenvolvimento de

Tipo de tijolos

melhorias nas condições de trabalho para o setor.



Rotina de trabalho

Em geral, em cada olaria e cerâmica vermelha da região de Piracicaba

trabalham em média 20 empregados, cuja predominância é do sexo

masculino.

Para o transporte, manuseio e retirada dos tijolos dos fornos até

o pátio e deste para o caminhão, normalmente são utilizados carrinhos

manuais conhecidos como gambetas ou carriolas.



Rotina de trabalho

Gradativamente novas tecnologias estão sendo introduzidas nas

olarias e cerâmicas vermelhas. Essas automações aceleram a produção e

minimizam a exposição dos trabalhadores aos riscos e agentes nocivos a

saúde e a segurança. Por exemplo, vagonetes (figs. 10, 11 e 12) e empilhadeiras

(fig. 13) são utilizadas para o transporte mecanizado dos tijolos

e não exigem que os trabalhadores adentre aos fornos. Os vagonetes

comportam aproximadamente 80 mil tijolos, estes deslizam sobre trilhos

para dentro dos fornos e evitam o esforço físico dos trabalhadores.

Entretanto, se por um lado essas inovações melhoram alguns aspectos,

por outro, expõe os trabalhadores a novos riscos relacionados ao

ritmo mais acelerado, como estresse e lesões por esforços repetitivos.



Fonte: http://www.cerest.piracicaba.sp.gov.br/site/images/Manual-olarias_2012comISBN-atualizado.pdf

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Tecnologia a serviço da sexta-feira. #boa_sexta_feira





Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Engenharia. Curso de Engenharia Mecânica.
Assunto Engenharia mecânica
Resumo Em um contexto de crescente preocupação com as condições de segurança nos ambientes industriais paralelamente ao crescimento da automatização, o presente trabalho faz uma análise de requisitos de projeto para instalações, baseada em recomendações normativas, com objetivo de reduzir as condições inseguras em máquinas automatizadas, em especial em ambientes robotizados. Para tanto, foram analisadas normas vigentes, como a ISO 10218 – Robô de Manipulação Industrial, norma Especifica para robotização, a norma NR-12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos e a Norma NBR 14153 – Segurança de Máquinas, Princípios Gerais de Projetos. Evidencia-se ser possível reduzir as condições inseguras em células robotizadas aplicando-se barreiras de proteção em conjunto com dispositivos de segurança e ainda que se melhora o nível de segurança aplicando métodos que garantam a redundância nas informações geradas pelos dispositivos empregados, garantindo ainda que não possam ser burlados. O trabalho apresenta recomendações de projeto que podem contribuir com a melhora significativa nas condições de segurança dos ambientes automatizados, em especial na célula robótica analisada.

Tipo



























Trabalho de conclusão de graduação
URIhttp://hdl.handle.net/10183/39187
Relacionamos para você algumas maneiras "nomes" como são conhecidos e encontrados nossos aventais de raspa no comercio em geral, ou até mesmo para você que e revendedor fazer uma cotação conosco, basta identificar o produto que precisar e nos informar o código do produto.
Exemplos:

Avental de raspa 1,00/0,60 sem emenda
Código Zanel AV-10060SE
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Avental de raspa. Tamanho: 1.00 x 60. O equipamento deverá conter o Certificado de Aprovação – CA e a avaliação da conformidade do EPI no âmbito do SINMETRO, conforme Norma regulamentadora 6 do Ministério de Trabalho e Emprego.
Código Zanel AV-10060SE
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AVENTAL EM RASPA DE COURO – TIPO SOLDADOR Características Gerais: Avental para soldador. Em raspa de couro sem emendas, medindo 1,00 x 0,6 m (_2 cm). Com tira para fixação no pescoço e na cintura. Com tiras para regulagem e fivelas. Com C. A. (Certificado de Aprovação) aprovado e válido. CATMAT: 345131.
Código Zanel AV-10060SE
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AVENTAL DE RASPA DE COURO AVENTAL DE SEGURANÇA CONFECCIONADO EM RASPA, COM FECHAMENTO EM TIRAS DE RASPA COM AJUSTE EM FIVELA METÁLICA E TIRA NO PESCOÇO. PROTEÇÃO DO TRONCO DO USUÁRIO CONTRA AGENTES ABRASIVOS, ESCORIANTES E TÉRMICOS PROVENIENTES DE OPERAÇÕES DE SOLDAGEM E PROCESSOS SIMILARES. 120 CM X 60 CM
Código Zanel AV-12060SE
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AVENTAL DE RASPA DE COURO AVENTAL DE SEGURANÇA CONFECCIONADO EM RASPA, COM FECHAMENTO EM TIRAS DE RASPA COM AJUSTE EM FIVELA METÁLICA E TIRA NO PESCOÇO. PROTEÇÃO DO TRONCO DO USUÁRIO CONTRA AGENTES ABRASIVOS, ESCORIANTES E TÉRMICOS PROVENIENTES DE OPERAÇÕES DE SOLDAGEM E PROCESSOS SIMILARES. 120 CM X 60 CM
Código Zanel AV-12060SE
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Avental de proteção, confeccionado em raspa de couro, com tiras em raspa para ajuste no pescoço e cintura presas por meio de arrebites e fivelas metálicas para ajuste, tamanho: 1,20m x 60cm, cor: cinza, com CA devidamente em situação válida de acordo com as normas do Ministério do Trabalho e Emprego
Código Zanel AV-12060SE
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Avental De Raspa Sem Mangas Tamanho G
Código Zanel AV-12060SE
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Avental para soldador sem manga, sem emenda, confeccionado em raspa grupon, costuras com fio 100% fio de algodão ou aramida, com tira em raspa no pescoço para fixação, tiras laterais em raspa para fixação e ajuste do avental. Tamanhos: 1,20m x 0,70m.
Código Zanel AV-12070SE
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Avental de raspa sem emenda com tiras para ajuste. Dimensões mínimas de 0,9 x 0,6 metros
Código Zanel Av-9060SE

Pra que bombear concreto se temos essa equipe especializada.





TREINAMENTO PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA PARA CONCRETAGEM

Nas obras de construção, o trabalho com estruturas de concreto compreendem várias fases:
- confecção das fôrmas;
- cimbramento;
- colocação das armações de aço;
- concretagem;
- desforma

Cada uma dessas fases apresenta riscos de acidentes específicos:

Fôrma
Estes são os acidentes mais comuns no trabalho com fôrmas de madeira para concreto:
- queda de madeira mal empilhada;
- golpe na mão durante a cravação de pregos;
- queda da fôrmas;
- queda de peças de madeira durante as manobras de içamento;
- queda de pessoas ao trabalhar sobre vigas;
- quedas de pessoas, no mesmo nível;
- cortes provocados pela utilização de serras circulares, de mão e serrotes;
- perfuração nos pés provocados por objetos pontiagudos;
- eletrocusão provocada por falta de aterramento elétrico;
- esforços por posturas inadequadas;
- golpes em geral por objetos;
- dermatoses por contatos com o cimento e outros produtos;
- trabalhos em condições meterorológicas extremas (frio, calor ou umidade intensa);
- trabalho sobre superfícies molhadas etc.
Cimbramento
Os fatores de risco na instalação do cimbramento são análogas aos da construção das fôrmas. Devem ser tomadas, portanto, as mesmas medidas de prevenção de acidentes e doenças. São as seguintes as principais causas de acidentes e riscos durante os trabalhos de cimbramento.
- utilização de materiais de má qualidade;
- recalques ou deslocamentos;
- instabilidade causadas pela intempérie e pelas condições de solo;
- falta do uso dos equipamentos de proteção individual (EPI);
- prensagem de mãos e dedos;
- falta de inspeção e vigilancia;
- queda de material e peças;
- queda de pessoas;
- problema de circulação de pessoas;
- incêndios;
- modificação de projeto;
- queda de fôrmas;
- ruído excessivo.

Armaduras de aço
Nos serviços de montagem e instalação de armaduras de aço, há maior frequencia dos seguintes tipos de acidentes:
- cortes e ferimentos nas mãos, braços, pernas e pés, provocados pelo manuseio de barras de aço;
- ferimentos nas operações de montagem de armaduras;
- tropeções e torções, ao caminhar sobre as armaduras;
- acidentes derivados de eventuais rupturas das barras de aço durante as operações de dobra e corte;
- acidentes por falta de uso de equipamentos de proteção individual (EPI);
- ruído excessivo dos equipamentos na montagem das armaduras;
- esforços inadequados;
- quedas de pessoas do mesmo nível;
- queda de carga suspensa;
- choques elétricos.
Concretagem
A etapa de concretagem envolve os seguintes riscos específicos:
- queda de pessoas e/ou objetos;

- queda de fôrmas;

- ruptura de fôrmas;

- ferimentos nos pés, por objetos pontiagudos;

- acidentes derivados de trabalho sobre os solos úmidos e molhados;

- contato com o concreto (dermatites);

- falha no cimbramento;

- deslizamento de terra;

- acidentes motivados pela execução de trabalhos sob condições meteorológicas adversas:

- vibrações pelo manuseio de vibradores;

- ruído ambiental;

- eletrocusão;

- acidentes motivados por falta do uso de equipamentos de proteção individual (EPI) etc.
Desfôrma
Nas operações de desfôrma, podem ocorrer:
- cortes e arranhões nas mãos, braços, pernas e pés;

- prensagem dos dedos;

- quedas de pessoas;

- queda de objetos, materiais e ferramentas;

- batidas em objetos;

- golpes provocados por fôrmas ou escoramentos;

- incêndios etc;

Também há ricos de acidentes provocados por:
- falta do uso dos equipamentos de proteção individual (EPI);

- faltas de sistema de proteção coletiva;

- abertura de lajes sem proteção;

- pouco conhecimento do processo de desfôrma;

- desfôrma antes da cura do concreto;

- método de desforma incorreto;

- falta de organização, ordem e limpeza.
Fonte: NR 18

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Pessoal super treinado, muito bom.





O Alpinismo industrial na inspeção de equipamentos



Sinopse

Com a evolução das práticas e procedimentos dando cada vez mais ênfase ao tema segurança, as indústrias do Petróleo, Química e Petroquímica, tem se ancorado nas técnicas de acesso face aos custos atuais, e da necessidade de garantia total da inspeção e manutenção dos equipamentos, onde muitas vezes a forma geométrica deste é um fator que dificulta a execução das tarefas.



A Técnica de Acesso Por Cordas, também conhecida como Alpinismo ou Escalada Industrial, já usada no mundo a pelo menos 20 anos, principalmente Europa e Estados Unidos, vem crescendo dentro da indústria no Brasil e conquistando sucesso por proporcionar segurança, redução de tempo e menor custo dos serviços.



Introdução

Detectabilidade e previsibilidade são temas diretamente ligados a atividade da inspeção de equipamentos, para o alcance de campanhas operacionais mais seguras, garantindo assim resultados confiáveis que irá gerar melhor controle dos custos serviços realizados em menores prazos, de forma segura e baixo custo. Mas, para isto acontecer é necessário termos os equipamentos nas mãos , significa valer-se das tecnologias e práticas consagradas existentes a fim de obter o máximo de dados e informações, para melhor avaliá-los. Porém muitas vezes o acesso e/ou a forma geométrica do equipamento é um fator que dificulta e encarece a execução das tarefas de inspeção.



Este trabalho apresenta a aplicação da técnica de Alpinismo Industrial, praticada hoje em algumas indústrias, abordando os cuidados necessários quanto à segurança, capacitação de pessoal, análises de riscos necessárias devido à execução do serviço em paralelo com outras atividades e as diversas especialidades, vantagens e desvantagens. Além da Inspeção, essa técnica permite hoje um melhor retorno nas atividades de soldagem, pintura, caldeiraria, operação e outras.



1 - Considerações Gerais

O Alpinismo Industrial é uma técnica opcional de trabalho em altura, que combina as mais avançadas técnicas de acesso a locais elevados e em ambientes confinados, utilizando cordas e equipamentos específicos de descida e ascensão, em serviços onde envolva risco de queda e/ou acesso difícil. Possibilita a diminuição no tempo dos trabalhos gerando um aumento de produtividade e diminuição nos custos, tudo de acordo com os padrões de segurança estabelecidos pela Norma Regulamentadora -18 (Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção). Apesar da utilização de cordas e equipamentos especiais como meio de acesso, o Alpinismo Industrial nada tem em comum com qualquer atividade esportiva que se assemelhe. Não há busca de adrenalina, nem aventura, o técnico alpinista visa apenas à execução do seu serviço com segurança e qualidade.



Alpinismo industrial na inspeção de equipamentos 1

É uma técnica que já vem sendo utilizada na Europa à pelo menos 25 anos, e no Brasil a 10. É também conhecida como, Acesso por Corda (ACC) ou Escalada Industrial.



2 - Segurança e Equipamento

Todos os EPI s e elementos que compõem os equipamentos do Alpinismo Industrial são de última geração e certificados pelo Ministério de Trabalho (CA), Comunidade Européia (CE), Associação Nacional Americana de Proteção contra Incêndio (NFPA) e União Internacional das Associações de Alpinismo (UIAA). Oferecem maior agilidade nos movimentos do alpinista no deslocamento entre um ponto a outro com conforto e segurança.



Alpinismo industrial na inspeção de equipamentos 2

Alpinismo industrial na inspeção de equipamentos 3O alpinista industrial realiza os trabalhos, suspenso por duas cordas, sendo uma de suspensão (trabalho) e outra de segurança. A corda de suspensão permite, mediante a utilização do material adequado, deslocar-se em sentido descendente ou ascendente. Todos os aparelhos de progressão são auto-blocantes. A corda de segurança, junto com o cinto de segurança, talabarte duplo com absorverdor de energia e o dispositivo trava-quedas, completam o equipamento de proteção individual antiqueda.

O local da estrutura onde as cordas serão instaladas pontos para ancoragem são previamente inspecionados quanto à solidez. Cada corda se encontra presa a pontos de ancoragem diferentes e não comportam nenhum outro elemento, sendo estes os principais, junto com o caráter auto-blocante dos equipamentos de progressão e segurança, o que elimina a possibilidade de queda por um erro mecânico ou humano. Pontos quentes e cortantes são verificados ao longo da via de acesso para que as salvaguardas necessárias sejam instaladas.



(clique para ampliá-la)Um talabarte duplo com absorvedor de energia é utilizado por cada alpinista, a fim de mantê-lo sempre preso durante a manobra de abordagem posicionamento com as cordas de trabalho e segurança para iniciar a descida pela via de acesso. Todas as ferramentas e acessórios utilizados pelo alpinista para realizar a sua inspeção são amarrados à sacola, para que não caiam caso escorreguem das mãos durante uma tarefa ficam penduradas. A área abaixo onde será realizado o serviço de alpinismo, é devidamente isolada e sinalizada. Todos os EPI s e acessórios são inspecionados antes e após a conclusão de cada jornada de trabalho, quanto as suas condições físico-operacionais pelos próprios profissionais que utilizarão estes equipamentos.



Antes de iniciar qualquer serviço os alpinistas fazem a autochecagem dos seus EPI s, e são ré-checados por outros membros da equipe. Para qualquer serviço onde irá ser empregado o Alpinismo Industrial, é realizado uma Análise Prévia de Risco para identificar os perigos, causas, modos de detecção, efeitos, atividades executadas em paralelo, e as recomendações necessárias para que a tarefa possa ser executada com segurança. Geralmente participam desta análise, os profissionais das seguintes atividades: Processo, Planejamento, Segurança Industrial, Manutenção, Inspeção e Alpinismo.



Após conclusão das análises é gerado um documento constando às ações e recomendações decididas, o qual é divulgado a todos os envolvidos nos serviços. Essa análise de risco tem que ser sustentada por uma técnica conhecida e consagrada, como matriz de riscos, e deve ser rediscutida, toda vez que a condição inicial dos serviços forem alteradas, principalmente no que se refere a agentes externos e alterações climáticas. O número da equipe de alpinismo varia em função do tipo de serviço e grau de dificuldade que este possui, porém a equipe mínima são dois alpinistas. Este número deve ser pré-estabelecido durante a analise de riscos, inclusive os instrumentos de comunicação a serem utilizados.



3 - Posicionamento e Acesso

As técnicas de posicionamento e acesso no trabalho com alpinismo industrial não só contribuem para prevenir acidentes, mas também aumentam a produtividade. Elas permitem não só com que o profissional se concentre melhor sobre a atarefa que irá realizar, mas oferece também um nível muito alto de segurança. Os tipos de acesso que são utilizados no Alpinismo Industrial podem variar de acordo com o serviço a realizar, tomando como base à forma geométrica e acessibilidade do equipamento objeto da inspeção, são eles: Escadas e plataformas, andaime, escada mecânica, tirolesa (consiste em passar uma corda de um lado ao outro, para efetuar uma travessia horizontal) e criação de um acesso (conquista).





4 - Qualificação de Pessoal

Para a execução de trabalhos em altura com a técnica do Alpinismo Industrial, os profissionais deverão estar fisicamente aptos, treinados, qualificados e com conhecimentos específicos de todos os equipamentos usados nesta atividade. Como toda técnica, faz-se necessário garantir a capacitação do pessoal envolvido, sendo indispensável que o Alpinista Industrial também esteja qualificado e capacitado nas atividades que irá desenvolver, seja como inspetor de ensaios, equipamentos, qualificação necessária para o serviço.



5 - Relação Técnico - Econômica

Vários são os fatores que estão levando a expansão do uso do Alpinismo Industrial na inspeção de equipamentos: necessidade de reduzir os custos, obrigação de atendimento aos prazos inspeção, redução nos índices de acidentes, busca por novas tecnologias, credibilidade nos serviços executados, confiabilidade e disponibilidade dos equipamentos objetos da inspeção.



5.1 - Caso 1

A tabela a seguir compara o custo e o tempo entre o Andaime e o Alpinismo Industrial para executar a tarefa de inspeção em tubulações que descem ao longo de um vaso. Para o cálculo foi considerado a montagem de um andaime simples de 4 x 2 m, inspeção visual externa em 5 tubulações pintadas sem a remoção das braçadeiras para inspeção. Não considerado o tempo de desmontagem do andaime; na coluna do alpinismo é considerado o tempo total (montagem, inspeção e desmontagem).





Tabela montada utilizando custos reais. Não considerado para este cálculo que algumas empresas tem como norma de segurança, montar um tablado em volta da região onde será montado o andaime, para proteger instrumentos ou equipamentos importantes no processo. Neste caso o valor do andaime aumentaria em pelo menos 35% a mais. Não foi colocado os valores em Reais, por questões éticas. Como pode ser observado a economia utilizando o Alpinismo Industrial é substancial.



Com posse da tabela acima, se tivéssemos de inspecionar as tubulações que descem ao longo de uma torre de 40m e = 3m, e que as mesmas estão distribuídas em 1/2 perímetro dela, será que utilizaríamos o andaime para esta tarefa?

Alpinismo industrial na inspeção de equipamentos 12

Alpinismo industrial na inspeção de equipamentos 135.2 - Caso 2

Inspeção em 29 suportes de mola geminados (G), instalados a uma altura de 10 m cada. Foi utilizado o alpinismo industrial, para acesso aos suportes, o que gerou uma economia de 85% comparandose como o custo de andaime.



Vale lembrar que a quantidade de funcionários para montar o andaime seria maior, o que aumentaria a exposição a acidentes, tanto em pessoal como em material. Ver tabela a seguir.



Alpinismo industrial na inspeção de equipamentos 14

6 - Aplicações na inspeção de Equipamentos

O Alpinismo Industrial vem sendo utilizado na inspeção de equipamentos, tanto nas inspeções externas como internas (visual, sob isolamento (onde temos a corrosão silenciosa), execução de END s em geral ) em todo tipo de equipamentos e estruturas: Vasos, Tanques, Esferas, Cilos, Caldeiras, Chaminé, Plataformas Marítimas, Flare, Estrutura Metálica, Torres de Alta Tensão, de Rádio, de Telefonia, Viadutos, Pontes, Prédios, Tubulações, etc.



Clique nas imagens para ampliá-las.



Alpinismo industrial na inspeção de equipamentos 15





7 - Informações Complementares

Na Europa as empresas de trabalhos verticais estão agrupadas em associações: Espanha ANETVA Grã-Bretanha IRATA, França SNETAC, Alemanha FISAT. No Brasil ainda não foi criada uma associação que agrupe as empresas que executam trabalhos verticais.



Vantagens



- Sem limite de altura de trabalho operacional.

- Diminuição do custo operacional em função do menor número profissionais envolvidos.

- Aumento da qualidade do serviço e melhoria no ambiente de trabalho,

- Dispensa o uso de andaimes tubulares ou suspensos.

- Diminuição de risco, com profissionais treinados para resgate de peças, equipamentos e pessoas.

- Maior agilidade de mobilização. Em caso de emergência a saída do local é mais segura e garantida.

- Não necessita de estruturas pré-construídas.



Desvantagens



- Em céu aberto algumas atividades não devem ser realizadas sob chuva

- Nenhuma atividade paralela poderá ser executada onde o acesso está sendo realizado



8 - Glossário

Ancoragem - local da estrutura que oferece sustentação para os sistemas de segurança contra quedas. É onde são aplicadas as forças no caso de uma queda, tração, suspensão ou posicionamento.

Ascensor - dispositivo que, engatado à corda, permite deslocamento em corda fixa, içamento de cargas e auto-segurança.

Auto-resgate - conjunto de técnicas que permitem a evasão da via em uma situação de emergência.

Backup - ponto de ancoragem extra, necessário para a segurança do escalador caso um dos ascensores se solte.

Descensor - dispositivo que permite ao escalador descer deslizando pela corda. Alguns servem também para a segurança do praticante.

Linha de vida - cabo ou corda (horizontal ou vertical) no qual o profissional é fixado através de um trava-quedas ou blocante, a fim de bloquear eventuais quedas.

Mosquetão - anel metálico, em forma de "D" ou "O", que possui em um dos lados um segmento móvel, chamado de gatilho, que abre para permitir a passagem da corda. Há também mosquetões com trava, para evitar a abertura acidental do gatilho.

Posicionamento - ação de posicionar-se no ponto de trabalho, fixando-se através de talabarte ou corda, para execução de atividade.

Talabarte - dispositivo de ancoragem que envolve a estrutura, utilizado para posicionamentos.

Tirolesa - travessia horizontal feita através de uma corda fixa ligando os pontos de partida e término da travessia suspensa do solo.

Via - é o local previamente escolhido para o acesso com cordas.



Conclusão

O Alpinismo Industrial é uma das técnicas de acesso, que usada como ferramenta de apoio, permite melhor e mais rápido contato com as regiões a serem inspecionadas. É mais segura e mais econômica quando comparada, com andaimes, balancins, escadas com corda, e etc, além de permitir acesso a locais anteriormente impossíveis pelos métodos convencionais, considerados difíceis e onerosos. Os pontos fortes que tem levado a expansão do seu uso: segurança, redução de custo, otimização de tempo, diminuição do risco de queda devido ao menor número de pessoas e material envolvido. A técnica não elimina o uso de andaime dentro da indústria, pois poderá não ser a melhor alternativa para alguns casos na manutenção ou outra atividade. Porém, dá maior flexibilidade à execução das atividades, principalmente na inspeção, com respostas mais rápidas e menor custo.



Fonte: http://wwwo.metalica.com.br/o-alpinismo-industrial-na-inspecao-de-equipamentos

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