SEGURANÇA NA ESTRADA: Cuidados na hora de amarrar a carga
Antes de partir para mais uma jornada, devem verificar a estabilidade da mercadoria e como ela está presa ao veículo.
Uma viagem segura começa com a carga bem presa na carreta. Afinal, ninguém quer chegar ao seu destino com a mercadoria danificada por ficar batendo dentro do baú, ou ainda perdê-la na estrada no caso da caçamba ser aberta. Já pensou se causa um acidente?
Os estradeiros experientes sabem que, antes de partir para mais uma jornada, devem verificar a estabilidade da mercadoria e como ela está presa ao veículo. No entanto, se você, motorista, está acostumado a utilizar qualquer tipo de corda, ou amarrar nas travessas de madeira, terá de dois a três anos para mudar de hábito. Isso porque foram aprovadas as normas que regulam a amarração de cargas no caminhão.
Por enquanto você não precisa se preocupar: as regras vão valer a partir de 2017 para quem tem veículos novos, já adaptados para a amarração segura. Os veículos antigos terão que se adaptar até 2018.
Uma das principais coisas que muda para os estradeiros é a não-utilização das madeiras da carroceria na hora de prender a carga. Será obrigatória a amarração em ganchos fixados no chassi. Também ficará proibida a amarração com cordas, sendo permitidas apenas as cintas, correntes ou cabos de aço.
ROTEIRO COMPLETO PARA OPERAÇÃO DE ROMPEDOR / MARTELETE PNEUMÁTICO
O Que é um Martelo Pneumático?
Um martelo pneumático, também conhecido como britadeira, martelete ou rompedor, é uma boa escolha para aqueles que passam horas e horas a demolir concreto, pedra e asfalto, em obras de construção civil, onde o trabalho parece nunca terminar, é naquelas situações em que os ponteiros do relógio se movem, mas o trabalho continua a não avançar. O martelo pneumático, é portanto a escolha preferida dos profissionais que fazem constantes trabalhos de demolição, isto porque este tipo de máquina tem um nível de eficácia bastante elevado e requer poucos custos de gestão, bem como de operação.
Todo mundo já sabe que os EPI’s são de uso essencial para qualquer tipo de ferramenta.
Mas sempre surge a dúvida – Qual o EPI correto para utilizar com o martelete?
Os marteletes são ferramentas mais robustas que são voltadas para a perfuração / rompimento de concreto, por isso, são ferramentas mais utilizadas em canteiros de obras, reformas, demolições, entre outros cenários. Esses ambientes exigem o uso de EPI para cada operador de máquina, no caso dos marteletes, são eles:
Modelos e características
É a relação entre o rendimento da percussão - ou seja, a quantidade de impactos por minuto - e o peso específico do martelo - o quanto ele pesa parado - que determina sua eficiência. Assim, o desempenho e a produtividade dependem dessa relação associada às dimensões, às propriedades do material e à geometria da ponta das ferramentas.
E são esses fatores que têm que ser levados em conta ao escolher o equipamento. O martelo deve ter a melhor relação entre a energia de batida e a respectiva freqüência de impacto, o que varia conforme a necessidade da aplicação. Alguns modelos possuem até cinco velocidades, que significam 730, 800, 1.150, 1.350 e 1.450 impactos por minuto.
Também é essencial escolher o tipo de cinzel, como a talhadeira - para abrir canais para dutos ou tubos de água e eletricidade -; e o ponteiro - para concreto e alvenaria. Alguns martelos aceitam batedor para compressão de solo, podendo ser necessário o uso de adaptadores.
Em geral, peças com até 7 cm de espessura podem ser rompidas com martelos leves, que têm até 6 kg. São adequados para pequenos serviços de demolição. Com espessuras entre 7 cm e 10 cm, é preciso optar por um martelo médio, que pesa entre 7 kg e 30 kg, e são ideais para trabalhos em estrada, escavações e demolições em geral. Já os pesados, com mais de 30 kg, são adotados quando o elemento tem até 15 cm. Estes últimos trabalham em velocidade mais alta e podem funcionar por longos períodos de tempo.
Saúde do operador
Dê preferência a ferramentas com sistemas de controle de vibração, que minimizam o desconforto do usuário. A vibração excessiva prejudica a saúde do operador, assim como o ruído, que afeta também quem está próximo da ferramenta em funcionamento.
Dessa maneira, os tempos de exposição aos níveis de ruído não devem exceder os limites de tolerância. Exposição a níveis de ruído superiores a 115 dB (A) sem proteção adequada oferecem risco grave. Assim, o limite de tolerância para ruído de impacto é de 130 dB (linear).
Para amenizar a exposição ao barulho e à vibração, é possível estabelecer o rodízio de operadores. Nesse modelo, a cada 1h00 ou 1h30 ocorre o revezamento.
Por ser uma máquina que produz vibrações, é necessário redobrar o cuidado com suas peças. Antes de ligá-la, verifique se os parafusos estão bem presos.
Esteja ciente se não existe fiação ou canos de gás, água ou esgoto que possam ser rompidos pelo martelo. Utilize meios apropriados para encontrar cabos escondidos ou consulte a companhia elétrica local. O contato com cabos elétricos pode provocar fogo e choques elétricos. Danos em tubos de gás podem levar à explosão e a penetração em um cano de água causa danos materiais e pode provocar choque elétrico. Quando a máquina estiver acionada, toda atenção deve estar voltada para ela. Aplique apenas uma ligeira pressão na ferramenta. O excesso de força não irá acelerar a operação e sim diminuir o rendimento da ferramenta, podendo reduzir o período de vida útil do martelete demolidor. Veja outras dicas para operação:
Você precisa entregar uma escavadeira para dar continuidade no andamento da obra da sua empresa? Não se preocupe, veja as dicas que irão ajudar a escolher a transportadora que poderá realizar o serviço com segurança.
O transporte de cargas pesadas requer equipamentos especiais. Os cavalos mecânicos necessitam de reforço, as carretas (reboques e semi-reboques) devem ser produzidas adequadamente para atender esse tipo de demanda e o uso da prancha nos caminhões é indicado também no transporte de máquinas pesadas.
Confira abaixo os tipos de veículos para transporte de cada tipo de carga:
-carreta lagartixa: usada para transporte de cargas altas;
-carretas extensivas: usada para transporte de cargas compridas;
-conjunto modulares que possuem distribuidor de carga (gôndola ou viga): usada para cargas muito pesadas como transformadores e rotores, por exemplo.
Além disso, os motoristas e funcionários da transportadora precisam estar envolvidos com esse tipo de procedimento e com as cargas que serão transportadas.
O conhecimento da infraestrutura rodoviária, da legislação, da frota apropriada e do conhecimento no gerenciamento do procedimento para obtenção da autorização especial de trânsito também são de extrema importância no serviço de transporte desse tipo de cargas.
Portanto, siga essas dicas e encontre a transportadora que irá atender da melhor forma possível a sua demanda com segurança e eficiência!
Nesse artigo iremos mostrar os itens mais importantes para segurança na empilhadeira. Veja nesse DDS os principais itens a serem observados a fim de garantir a segurança de todos na operação.
– Use check list: Antes de iniciar seu trabalho faça uso do check list para conferir as condições do equipamento com precisão e eficiência. Não utilize o equipamento se algum defeito que comprometa a segurança for encontrado.
Lembre-se no seu turno você é responsável pela empilhadeira.
– Respeite o limite de carga da empilhadeira: Na dúvida sobre o peso máximo permitido leia o manual, ou consulte o fabricante.
Não levante a carga com a empilhadeira em movimento.
– Olhe antes de pisar: Fique atento o tempo todo ao seu trajeto. Pessoas desavisadas são um perigo constante. Manter a atenção é fundamental.
– Adaptação visual: Nossos olhos demoram alguns segundos até acostumar à mudança de luminosidade. Segundos esses que podem ser suficientes para que aconteça um acidente.
Quando for de áreas claras para escuras ou vice versa, vá devagar e mantenha-se alerta.
Segurança na empilhadeira
– Cuidado com óleo na pista: Quando encontrar ambientes com óleo na pista solicite ao setor responsável e limpeza e isole a área.
– Dê preferência aos pedestres: Eles são a parte fraca da relação.
– Não faça curvas com rapidez: O eixo de sustentação de empilhadeira é diferente dos veículos convencionais. Empilhadeira não é um equipamento para correr, é um equipamento de transporte de cargas.
– Freie devagar: Uma freada brusca pode jogar sua carga em um passeio que te levará a grandes prejuízos.
– Sinalizações: Elas evitam acidentes orientando prioridades de passagem, proibições e outros, portanto, dê a devida atenção.
– Transporte sobre pisos resistentes: Aproveitando, preciso perguntar, você sabe quanto pesa sua empilhadeira carregada?
– Ao descer ladeiras carregadas ande de marcha ré. Essa medida é importante para evitar a queda da carga e o tombamento da empilhadeira.
– Transporte sempre com a coluna da empilhadeira inclinada para trás: Isso evitará a queda da carga.
– Não trafegue com os garfos erguidos: Os garfos devem ficar o mais baixo possível. Essa medida simples visa evitar acidentes, que em alguns casos podem ser até graves.
– Cuidado com ondulações: Já percebeu que a empilhadeira não é amortecida. Pois é, ela não foi feita para trafegar entre em pisos ondulados.
Em pisos ondulados vá devagar…
– Atenção á altura de portas e teto: Uma batida pode causar grandes prejuízos.
Atenção quando estiver passando por portas, se necessário buzine, e vá vagarosamente até enxergar o outro lado.
– Marcações no mastro: Faça marcações no mastro (com fita adesiva, por exemplo) para indicar a altura correta dos palets e assim ver com facilidade cada nível de estocagem.
– Uso dos garfos: Empurrar a carga com os garfos pode danificar o objeto e a máquina, afinal, ela não foi feita para isso.
Posicione a carga uniformemente sobre todo o garfo. A carga precisa estar centralizada para aumentar a estabilidade.
– Inutilize palets quebrados: Eles aumentam a chance da carga cair e são um risco a todos os presentes na operação.
– Estacionamento: Estacione apenas em locais apropriados e não deixa e chave na ignição. Evitando assim que pessoas não autorizadas utilizem o equipamento.
– Carona: Empilhadeira não é veículo de transporte de pessoas. Não dê carona.
– Use cinto de segurança: Cinto de segurança é obrigatório em empilhadeira. Ele evita que em caso de tombamento o operador seja esmagado pelo equipamento.
– Não brinque com a buzina: Se usar indevidamente por brincadeira as pessoas não irão acreditar quando o uso for necessário. O uso deve se limitar a situações onde deseja avisar sua presença, para assim, evitar acidentes com colisões ou outras situações emergenciais.
– Não carregue pessoas no palet, mesmo se for utilizado cinto de segurança. Empilhadeira foi feita para cargas. Pessoas devem usar uma plataforma elevatória ou andaimes.
– Siga procedimentos em caso de acidentes: Se na empresa ainda não tem procedimentos. Fale com a CIPA, com os líderes de setor ou com o pessoal da segurança do trabalho.
Os procedimentos devem conter as atitudes a tomar em situações de emergência, tanto no que tange aos cuidados com a vítima, quando aos relatórios de danos causados pelo acidente.
Estabelecer um metodologia para a
execução dos serviços de poda de árvores,
com a correta utilização de moto-serras.
2. DEFINIÇÃO
Defini-se como poda de árvores, o
ato de cortar árvores e ramos em pé.
3.
PROCEDIMENTOS E RECOMENDAÇÕES
Para a execução de qualquer tarefa
com eficiência e segurança, no corte de árvores, abate, corte de troncos em
toras, corte de galhos, com a utilização de moto-serras e outros equipamentos
para corte e poda, deve-se seguir rigorosamente as recomendações técnicas e de
segurança.
3.1.
Instruções de Segurança.
- Somente
pessoas autorizadas e devidamente treinadas é que deve executar os serviços de
cortes e poda. Não operar o equipamento sem conhecimento para tal.
- Sinalizar
convenientemente o local de serviço mediante o uso de barreiras, cordões de
isolamento e cones de sinalização.
- O
empregado que irá efetuar a poda de árvores, deverá estar utilizando os
equipamentos de proteção individual adequado, os quais se constituem de: luvas,
capacete, óculos de segurança ou capacete com protetor facial acoplado,
cinturão de segurança ou ETR, protetor auricular e roupas adequadas.
- Antes do
início dos serviços, deverá ser constatado a existência ou não de casas de
marimbondos ou abelhas na árvore a ser podada. Caso da existência, além dos
equipamentos de proteção o empregado deverá utilizar roupas protetoras contra
tais insetos, extinguindo os mesmos através de fumaça ou inseticidas. Para
utilização de inseticidas o empregado ainda deverá utilizar máscara protetoras.
- Cada
ferramenta a ser utilizada no serviço, deverá ser içada por meio de corda em
baldes de lona ou bolsa.
- A
distância mínima de segurança para as redes de alta tensão é de 2,00 metros e
1,00 para a baixa tensão.
4.
FERRAMENTAS PARA PODA
As ferramentas utilizadas para a
poda de árvores devem estar sempre limpas, afiadas e desinfetadas antes do uso.
No momento do corte deverá ser escolhida a ferramenta adequada para cada caso.
- Serra
manual
- Serra
circular hidráulica
- Alicate
hidráulico para poda
- Moto-serra
- Serrote
corta galho
- Facão
- Machado de
2.500g
- Machadinha
de 70 g.
- Foice
Obs: As
ferramentas dos últimos três itens, somente deverão ser utilizadas na remoção
de árvores ou no corte de galhos ao nível do solo.
5. TIPOS DE
PLANTAS
As plantas de folhas perenes serão
podadas no período que vai do térmico da frutificação à emissão de novos
brotos.
As plantas caducifólias ( que perdem
as folhas em certas épocas do ano) serão podadas na sua fase de repouso, que
poderá coincidir ou não com o inverno.
ÁRVORE DE
CLIMA TEMPERADO
O repouso vegetativo ocorre quando
as essências perdem as folhas, o que também pode ocorrer com o inverno.
ÁRVORES DE
CLIMA TROPICAL
Estas árvores perdem as folhas
durante o inverno ou qualquer outra época do ano. Após este repouso, surgem os
botões florais, depois novas folhas e frutos. Trata-se pois de um repouso
apenas aparente, uma vez que a árvore estava preparando-se para o
reflorescimento. Uma poda nessa fase de repouso seria desastroso para a
resistência da árvore.
Havendo
dúvidas as árvores devem ser podadas somente após as floradas. Os exemplos mais
típicos dessas essências são:
- Ipê
Amarelo - Tabebuia Heptaphylla
- Ipê Branco
- Tabebuia roseo-clara
- Ipê Roxo -
Tabebuia longiflora
- Figueiras
brasileiras em geral
- Bauinia
Branca ou unha de vaca branca - Bauhinia Bongardi
- Bauinia
Roxa ou unha de vaca roxa - Bauhinia Variegada
- Bauinia
Africana - Bauhinia Blaheana
6. COMO
EFETUAR OS CORTES
a. O corte
deve ser sempre acima de uma gema vegetativa, pois se ficar um tronco acima da
gema, esta apodrecerá, podendo comprometer toda a planta.
b. O corte sempre deve ser feito inclinado para facilitar
o escoamento da água, em bisel de 45°, para fora da gema.
Por motivos econômicos, só se pincela as áreas dos
cortes com produtos especiais
(elastomêros, alvaiade, calda bordaleza, fitilho, mastique etc.), em
caso de ramos grossos de árvores de alto valor.
Essa
operação tem que ser feita com muito critério pois embora proteja o local
contra infecções, atrasa muito o tempo de cicatrização, o que às vezes aumenta
o risco do aparecimento de infecções.
A poda de
árvores em locais onde existir condutores elétricos devem ser realizadas de
maneira a não deixar galhos acima dos condutores primários (AT) ou em posição
que o vento possa fazer tocá-los no condutor.
7. PODA
EMERGENCIAL
É a poda executada em ramos de
árvores visando livrar a fiação elétrica em situação crítica (temporais,
curto-circuito etc.).
PODA PARCIAL
EM V
Visa eliminar os ramos que estão
prejudicando a fiação elétrica primária e/ou secundária. A figura mostra a poda
em "V" com afastamento para a rede primária.
PODA PARCIAL
EM FURO
Visa eliminar os ramos que estão
prejudicando a fiação elétrica secundária (baixa tensão).
NOTA
Normalmente
a poda é executada em "V". Posteriormente a árvore se recompõe
fechando a copa de modo a tomar a forma de um furo. Somente em copas muito
densas é possível executar de inicio a poda em furo.
PODA PARCIAL
DE AFASTAMENTO SECUNDÁRIO
Visa
eliminar os ramos que estão próximo da fiação da rede elétrica secundária
( baixa
tensão).
NOTA
As podas em
"V" em "FURO" e de afastamento, são podas emergenciais e
não habituais.
A poda
complementar de conformação ou contenção sempre são executadas pelas
Prefeituras Municipais.
A distância
dos condutores aos galhos deve ser de no mínimo 2m para a ALTA TENSÃO e 1m para
a BAIXA TENSÃO.
8. CORTE COM
TESOURA
O ato de
cortar com tesoura, a lâmina fina deve ficar sempre do lado da gema
Na suspensão
de ramos, a lâmina da tesoura deve ser inserida no ângulo fechado do ramo, para
que o corte seja adequado.
Na poda procurar eliminar os ramos:
1. Ramos
ladrões
2. Verticais
que obstruem a copa
3. Ramos
cruzados que se roçam
4. Pendentes
inadequados
Na poda de um ramos de maior diâmetro, a seqüência
operacional correta é a que se segue:
9. EXECUÇÃO
DA PODA
Procedimentos
a serem seguidos:
a. Verificar
a distância dos galhos até as redes de baixa e alta tensão.
b. Verificar
a distância de trabalho em relação a rede.
c. Verificar
se os galhos a serem cortados tem possibilidade de atingir os condutores ou se
distância de trabalho é inferior a 60 cm em Redes de 13.800 volts. Nestes casos
a rede de alta deverá ser desligada, ou realizar a poda por profissionais especializados
em serviços com linhas energizadas ( Linha Viva).
d. Apoiar
firmemente a escada sobre a árvore ou galhos que ofereçam a necessária
resistência e amarrá-la. Solicitar a um auxiliar para segurar firmemente a
escada antes da amarração.
e. Subir na
escada levando a corda de preferência com carretilha, presos ao cinturão de
segurança.
f. Prender o
cinturão em volta de um galho resistente, que possa suportar o peso do
empregado que irá executar a poda.
g. Instalar
uma linga (estropo) em um galho grosso ou tronco da árvore.
h. Fixar a
carretilha na linga.
i. Içar as
ferramentas necessárias.
j. Cortar os
galhos menores com a tesoura para poda.
k. Amarrar
os galhos grandes com as cordas e cortá-los.
l. Tanto o
podador quanto o ajudante que se encontra no solo, devem estar atentos para não
serem atingidos pelos pedaços de árvore que forem seccionadas.
m.
Finalizada a poda, retirar a escada e amontoar os galhos junto ao meio fio ou
local de trabalho, para serem posteriormente recolhidos e removidos para local
previamente estabelecidos.
10. CUIDADOS
NA PODA DE ÁRVORES COM REDES SECUNDÁRIA E/OU PRIMÁRIA ENERGIZADAS
a. Utilizar
equipamentos hidráulicos com lança e cestas isoladas ( caso não possuam
solicitar a CONCESSIONÁRIA de energia
elétrica).
b. Estacionar
o veículo de tal modo que os galhos cortados não caiam sobre a cabine do
veículo após o corte.
c. Proteger
os condutores elétricos secundários com coberturas flexíveis no sentido de
baixo para cima, e finalmente o do meio.
d. Instalar
as coberturas nos condutores fora do alcance dos galhos e depois desliza-las
sobre esses condutores, usando-se tantas quantas forem necessárias para isolar
o trecho sob alcance dos galhos.
e. Com o
bastão podador ou alicate hidráulico , o empregado deverá proceder o corte dos
galhos.
f. Finalizada a poda, retirar as coberturas dos
condutores no sentido inverso a instalação.
g. Amontoar
os galhos junto ao meio fio ou local previamente determinado.
Se necessário proceda a amarração dos
galhos.
11. CORTE DE ÁRVORES
Executar o
1° corte ( barriga ou tombo) da árvore na direção em que deseja que a mesma
caia.
O segundo corte deverá ser feito aproximadamente 10 cm
acima do lado oposto do primeiro corte, até a árvore cair.
Após a queda da árvore a mesma deve ser retirada do local para não
obstruir o trânsito.
12. CASOS ESPECIAIS DE PODA DE ÁRVORES
Existem
casos de árvores que aparentemente não interferem nas redes elétricas ou outras
situações, podendo inclusive localizarem-se relativamente longe, mas sob a ação
de uma força exterior ( ventos, tempestades), atingem os condutores e
similares.
Tais árvores
devem ser observadas e podadas normalmente. Caso sejam bananeiras, coqueiros,
bambus ou outras que não apresentem troncos em sua constituição, devem ser
retiradas após autorização de órgãos competentes.
Obs. A
identificação de árvores que estejam interferindo nas redes ou similares, é
feita em geral pela observação, ou pelo perfil da árvore do lado atingido,
apresentando reentrâncias.
13. CONCEITOS TÉCNICOS DA EXECUÇÃO DA PODA
Principais
Enfoques:
a. Que
árvores a podar:
- A regra
básica, é que somente devem ser podadas as árvores que na forma adulta
apresentam copa globosa ou umbeliforme ( forma de guarda chuva).
- Embora
algumas espécies admitam ( do ponto de vista da sobrevivência), nunca devem ser
podadas árvores com formato colunar, piramidal fusiforme ou cônica. Isso porque
tais espécies, se podadas, destruiram-se, gerando verdadeiros desastres da
estética.
- Não deve
ser confundido o termo PODA, objeto deste curso com o termo toalete ( poda de
limpeza), ou de conformação para melhorar a estética do vegetal, é óbvio que pode
ser realizada em qualquer essência.
14. EM QUE
ÉPOCA PODAR
A poda
poderá ser feita em qualquer época do ano, se for uma PODA DE CORREÇÃO ( ex:
para minorar os efeitos de um acidente), ou se o ramo tiver pequenas dimensões
( até 2 cm de diâmetro).
De uma forma
geral ( embora não absoluta), os procedimentos devem ser os seguintes:
a. Sempre
que possível, as plantas devem ser na época do seu repouso vegetativo, que na
maioria das vezes coincide com o inverno local.
b. Os
empregados devem ficar a uma distância segura para evitar que sejam atingidos
no momento da queda pela árvore.
NA PODA DE
ÁRVORES OS EMPREGADOS DEVEM FICAR A UMA DISTÂNCIA SEGURA.
14.
IMPORTÂNCIA DA ARBORIZAÇÃO
Alguns
benefícios:
a.
Sombreamento
b. Proteção
contra os ventos
c. Ação
sobre o bem estar físico e psíquico do homem
d.
Purificação do ar
16. CUIDADOS BÁSICOS NA UTILIZAÇÃO DE MOTO-SERRAS
a. Leia com
atenção esta apostila antes de iniciar suas atividades, no manuseio de
moto-serras.
b. Usar as
roupas protetoras incluindo:
- Capacetes de segurança com viseira ou
óculos
- Calçados de segurança
- Luvas
- Protetor auricular tipo concha
17. CUIDADOS
DURANTE O TRABALHO
a.
Não fumar quando estiver operando ou abastecendo a moto-serra
b. Não operar a moto-serra quando estiver
sozinho. Ligar a mesma sem ajuda de outra pessoa. Não dar partida com a
moto-serra sobre a perna ou joelho.
c. Manter o corpo e vestimenta longe da
moto-serra para dar partida e operá-la. Antes de dar partida, assegurar-se que
a moto-serra não esteja encostando em nada.
ATENÇÃO COM OS REBOTES
Quando a
moto-serra estiver ligada, segurar firmemente com ambas as mãos e prestar
atenção no que estiver cortando.
Os rebotes
(quando a moto-serra pula para cima e para trás podem ser causados quando):
a. A ponta
da corrente bate acidentalmente em galhos ou outros objetos
b. A
corrente encontra metal, cimento ou outro material duro que esteja perto ou
dentro da madeira
c. A
velocidade do motor é insuficiente no inicio ou durante o corte.
d. A
corrente estiver cega e/ou solta
e. Se operar
a moto-serra acima do ombro
f. Se descuidar ao segurar ou guiar a
moto-serra durante o corte
Não cortar árvores ou galhos se estiver
ventando forte ou variáveis.
Usar cunhas
para controlar a direção da queda da árvore e evitar que a barra ou corrente se
prenda durante o corte. Manter os dois pés firmes no chão durante o corte e
planejar bem a sua saída durante a queda da árvore e galhos.
g. Não colocar a moto-serra quente em locais onde hajam produtos
inflamáveis.
h.
Recomenda-se não operar a moto-serra em cima de árvores, escadas ou qualquer
outra superfície instável. Se for necessário operar a moto-serra nessas
condições, deve-se lembrar que são extremamente perigosas.
i. Não usar
a moto-serra quando estiver em posição incorreta (desequilibrado) braços
esticados, segurando com uma mão, etc.
j. Ao cortar
um galho tencionado (vergado) cuidando para não ser atingido por este, quando
terminar o corte.
l) Muito
cuidado ao cortar materiais finos, podem ricochetear na direção do operador ou
fazê-lo perder o equilíbrio.
- Vibração,
evitar a operação prolongada da moto-serra se suas mãos começarem a adormecer,
inchar ou ficarem tensas. Essas condições podem diminuir sua capacidade de
controlar a moto-serra.
- FUMAÇA DO
ESCAPAMENTO - Não operar a moto-serra em locais fechados ou de pouca
ventilação.
- Observar
os regulamentos locais referente a prevenção contra incêndios.
-
Recomenda-se em locais que tenham grama seca, folhas ou outros materiais
inflamáveis, ter sempre a mão um extintor de incêndio e uma pá.
- Nunca
operar a moto-serra sem o silencioso.
- Não
transportar a moto-serra pela alavanca de acionamento do freio da corrente.
Somente pelo pegador manual.
- Desligar a
moto-serra quando transportá-la de um corte para outro. Transportar sempre a
moto-serra com o motor desligado, a barra voltada para trás e o silencioso
longe do seu corpo.
- Não tocar
com as mãos na corrente em movimento.
- Não
permitir a presença de outras pessoas ou animais perto da moto-serra em
movimento ou quando estiver cortando árvores.
Não tocar
nem manter suas mãos perto do silencioso quente.
Somente
operar a moto-serra se, reduzindo a rotação do motor a marcha lenta, a corrente
parar.
18. INSTRUÇÕES
PARA O CORTE
Antes de
usar a moto-serra revisar todas as precauções de segurança desta APOSTILA.
Estas precauções de segurança tem por objetivo orientá-lo sobre a forma correta
de executar sua tarefa.
Cortar com o
motor em alta velocidade ( acelerador ao máximo). Não reduzir a velocidade do
motor no começo ou durante o corte. Ter uma saida segura quando a árvore ou
galho cair. Cortar somente madeira com a moto-serra.
19. CORTE DE
ÁRVORES
A direção da
queda da árvore é controlada pelo entalhe direcional.
O tipo A é
fácil de ser feito e comumente usado.
O tipo B,
deixa o corte do tronco no esquadro
O tipo C, é
uma variação do A
O entalhe
direcional deve ter 1/3 do diâmetro da árvore. O corte horizontal não deve
atingir o entalhe direcional. A parte não cortada da árvore, paralela da árvore
do entalhe serve com dobradiça durante a queda. A operação deve obedecer a
sequência 1,2 e 3 da ilustração abaixo.
Quando o
diâmetro do tronco a ser cortado for maior do que o cumprimento da barra, fazer
dois cortes.
CORTE DE
TRONCOS EM TORAS
- Quando
cortar o tronco em encostas, ficar sempre na parte mais alta.
- Se o
tronco derrubado estiver totalmente no solo, começar a cortar na parte superior
tendo cuidado para atingir o solo.
- Se o
tronco estiver apoiado por uma extremidade:
- Cortar
primeiro a parte inferior até atingir 1/3 do diâmetro do tronco para evitar
lascas. Depois começar a cortar pela parte superior para evitar travamento da
barra.
- Se o
tronco estiver apoiado pelas duas extremidades,
cortar inicialmente pela parte superior até atingir 1/3 do diâmetro para evitar
lascas. Depois de começar a cortar pela parte inferior para evitar travamento
da barra.
CORTE DE
GALHOS
Manter o
tronco acima do chão. São cortar os galhos de suporte que o tronco for cortado
em toras.
MANUTENÇÃO
Toda e
qualquer manutenção, com exceção da limpeza superficial, deverá ser realizada
por oficina especializada autorizada).
Depois de
cortar aproximadamente 10 a 15 horas com sua moto-serra ( recomenda-se uma
completa revisão).
TABELA DE
VERIFICAÇÃO DA MANUTENÇÃO PREVENTIVA
ITEM MANUTENÇÃO
FREQUÊNCIA
Parafusos e
porcas Verificar/apertar
Diariamente
Controles Verificar Diariamente
Filtro de ar Limpar/Substituir
Diariamente quando necessário.
Corrente Verificar/Afiar Diariamente
Barra Limpar
e Virar Semanalmente se necessário.
Amortecedor
de vibrações Verificar/substituir
Semanalmente se necessário.
Pinhão,
tambor, embreagem Verificar/Substituir
Semanalmente se necessário.
Filtro de
tanque Substituir Quando necessário.
Visor de
óleo Limpar Mensalmente
Silencioso Limpar Mensalmente
Vela de
ignição Limpar/ajustar/substituir Mensalmente se necessário.
Aletas do
cilindro Limpar Semanalmente
Cabo de
partida Verificar/Substituir Semanalmente se necessário.
Carburador Limpar Mensalmente
Orifício de
descarga Limpar Mensalmente
Combustível,
óleo,mangueira Verificar Mensalmente
ESCADAS DE MADEIRAS
Definições:
Escada
singela:
É
constituída de uma única seção.
ESCADA
EXTENSÍVEL
Definição:
De
comprimento ajustável e constituída de duas seções capazes de deslizarem uma
sobre a outra por meio de guias apropriadas.